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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Projeto de uma vida

Projetos. Sempre tive muitos e sempre tive problemas em torná-los realidade. O tempo passa, mais rápido do que deveria, e os projetos vão permanecendo isso mesmo: projetos. Ora, na tentativa de acabar com os projetos por realizar, criei o Epikos.


O que raio é isto? É tudo. São projetos que a pouco e pouco espero ir tornando realidade. Para já, Epikos é um vídeo. Em breve será um documentário. Depois será uma timelapse e depois será algo debaixo de água. No entretanto, bem, poderá ser qualquer coisa. E é essa a magia do Epikos: ser alguma coisa.


Indonésio, bota like nesta página: www.facebook.com/epikospt e vai seguindo este site: www.epikos.pt.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Mas isto ainda não morreu? :o

Têm sido várias as ameaças, mas parece que ainda não é desta que o Dias de Estupidez passa a cadáver de blogue. Uma coisa é certa: o Benfica é o Maior!


E pumbas, assim logo um vídeo repentino que é para ver quem manda aqui.

Quanto à minha triste existência durante este últimos 20 dias, pouco ou nada há a dizer. Celebrei o meu 25º aniversário, segundo consecutivo por terras romenas, e os meus joelhos continuam sólidos e a correr ocasionalmente. Para além disso, contínuo engraçado, o que me leva a crer que sou uma espécie de whisky que vai melhorando com os anos (or getting menos mau).

Com esta coisa da idade, proliferam também os pensamentos sobre o meu presente e o meu futuro, e sobre o facto de não estar a trabalhar naquilo que deveria estar a trabalhar. However, tudo acontece por alguma razão, e é portanto tempo de voltar a perseguir sonhos (os meus joelhos estão bons, portanto espero persegui-los e apanhá-los).


Voltando uns valentes dias atrás, lembrei-me de escrever sobre mais um episódio nas minhas recentes férias em território tuga.

Fui, depois de muitos anos a querer ir, a uma (suposta) bruxa. E como eu sempre achei que era esquisito e que havia qualquer coisa "errada" comigo, as minhas expectativas até estavam altas. Ora bem, lá fui eu ao "consultório" da senhora, e a verdade é que aquilo foi uma porcaria.

Mal a mulher começou lá com as rezas ao pé da minha mão, concluiu de imediato que eu tinha sido embruxado ainda na primária e que por isso a minha vida não estava a correr tão bem quanto deveria. Acrescentou ainda que a partir de então iria melhorar. Ora bolas, não fosse eu a "fugir" da Tugalândia e a ver se algo melhorava. O mérito é meu porra, não é dos espíritoooooos! E pronto, até à próxima.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

"Dias de Estupidez" passa a "Zilele de Prostie"


Dizer adeus ao nosso país não custa. Não me venham com histórias de que um bocado de nós fica cá, que nada é mais difícil e bla bla bla. É claro que um bocado de nós fica cá, como um bocado de nós fica naquele cuspe que mandamos contra a parede da Igreja. É igualzinho. E chorar e o caraças, oh pá 3000km hoje são como 100km há 200 anos atrás. Não dá para um gajo ir a pé e de bicicleta não é aconselhado, mas as avionetas fazem isso num instante e se for preciso é mais barato que abastecer o depósito do carro com gasolina.

O que faz os lugares são as pessoas. Por isso é que um núcleo dos azuis do Norte nunca vai ser um bom lugar. E mesmo essas, as pessoas, podem ficar noutro país mas não ficam para trás. Pelo menos se não tiverem que ficar. E esta conversa toda para quê? Para anunciar oficialmente, antes sequer da CMTV fazer reportagem, que o Danielzinho vai finalmente ser emigrante (esta cena da emigração está-nos no sangue né?)


E o Danielzinho não está triste por abandonar Portugal. Porquê? Porque Portugal abandonou-me primeiro! É como um gajo ser uma aparelhagem, o dono ir metê-la ao lixo, a aparelhagem ser recuperada por não sei quem, a aparelhagem ficar à venda no OLX e o ex-dono, mesmo depois de a ter atirado fora, querer que a aparelhagem vá para ele! A aparelhagem só tem é que mandar um CD mesmo às fuças do ex-dono e se possível esperar que o gajo meta os pés numa poça para lhe meter lá um bocadito de corrente elétrica!


Finalizando este estranho ‘post de despedida’, desta vez não posso dizer que ‘vou só ali à Roménia e já volto’ porque o bilhete é só one-way. Mas qualquer dia apareço aí vá, provavelmente sem o rim do lado esquerdo, com dois riscos na sobrancelha direita, um piercing pontiagudo no meio da bochecha e uma tatuagem do Drácula.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Jesus (não o treinador do Campeão dos Campeões)


Coza-se. Que anúncio bonito este pá. Vejam e, como diria o Luís Filipe Reis que eu vi atuar este último fim de semana, "vocês divirtem-se!" (o facto de esta cena ser no Vimeo significa que têm que selecionar HD e meterem ecrã inteiro!).


P.S. Carreguem na porcaria da música do dia porra! É sempre a mesma cena, nunca carregam! 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sonhos: uma perspectiva secante

Aqui há uns tempos disse que havia de escrever sobre sonhos e ontem, lá pelas 5 horas da manhã, lembrei-me disso e decidi despachar o assunto. Portanto aqui está uma reflexão altamente escrita a horas indecentes:

Eu sempre achei os sonhos uma das melhores coisas da vida. E não, não 'tou a falar daqueles sonhos em que 'tamos num lugar e passados 2 segundos 'tamos noutro e em que ficamos sem perceber nada do que se passou. Refiro-me especialmente àqueles sonhos que temos quando estamos acordados sabem? Em que imaginamos as coisas como queremos e em que voltamos atrás e tornamos a imaginar. E se há coisa que eu gosto nesses sonhos é que mesmo que sonhemos com a coisa mais impossível do mundo, acabamos a sorrir e a acreditar, nem que seja por momentos. Haverá melhor coisa que isso? Claro que sim: quando tudo aquilo com que passámos horas a sonhar está ali, a um passo de se concretizar, a um passo de se tornar realidade.
Mas «nem tudo são rosas» (se fossem, isto não tinha piada nenhuma), e a avassaladora maioria desses nossos sonhos não passam disso mesmo. Eu, por exemplo, sou daquelas pessoas que passa mais tempo a «sonhar» que a viver a realidade. Seja a andar na rua, seja a fazer um exame, seja a ver televisão... pumba, lá 'tá o Daniel a vaguear pelo mundo da fantasia. E mesmo assim realizações... nem vê-las.
Voltando atrás, agora que penso, ter aquilo com que passámos horas a sonhar a um passo de se tornar real nem sempre é melhor que esses tais sonhos. Não o é quando perante essa oportunidade única e que tanto se desejou não somos capazes de o fazer. E pior ainda, não o é quando estamos perante essa oportunidade e nem sequer nos damos conta.
Mas sabem o que é mais fantástico nos sonhos? É que mesmo quando nos queremos convencer que já não há fundamento nenhum em ter aquele sonho, quando queremos deixar de sonhar com «isto» e passar a sonhar com «aquilo», acabamos por continuar a sonhar com a mesma coisa e acabamos por a desejar ainda mais, mesmo que julguemos que não vale a pena. É aqui que tudo se baralha e em que a «racionalidade» da vida real (a que nos diz para sonhar com outra coisa) é confrontada com a «racionalidade» dos sonhos (que insiste em fazer-nos acreditar no mesmo sonho). Qual é que será a «racionalidade» certa?

Bem, para ter escrito isto (acabei de escrever às 5h20), mais valia ter 'tado a dormir. Mas vá, faz de conta que neste post só contam as notas que se seguem:

Nota 1: agora que estou oficialmente de férias terei contacto menos regular com o mundo cibernético. Apesar disso as postagens do «Dias de Estupidez» tão asseguradas (benditas postagens automáticas);
Nota 2: por falar em férias, vou aguardar o balanço do ano académico para daqui a uma semanita ou duas, visto que me falta saber uma nota;
Nota 3: o «Dias de Estupidez» ultrapassou os 25 «likes» no Facebook, e agora eu queria mesmo era os 50. Se alguém quiser dizer aos amigos dos primos dos colegas para gostar da página, esteja à vontade. :)
Nota 4: carreguei num botão sem querer e isto ficou dentro de um rectângulozinho. Bem giro hein? 

domingo, 12 de junho de 2011

Criança + Gato



Hum, que me lembre nunca tive um sonho que corresponda a esta descrição. Vou tentar ter hoje.

E como este post 'tá mais fraquinho que o normal, deixo-vos um vídeo que já leva mais de 26 milhões de views (quase tantas pessoas já viram este vídeo como aquelas que conhecem o «Dias de Estupidez»). Basicamente trata-se de um gatinho que 'tá a ter pesadelos e é docemente abraçado pela sua progenitora.


Não chegava o post ser fraco e ainda tem um dos piores títulos de que há memória! Poça.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Os sonhos de Leandro

Numa semana que cada vez mais me parece a pior das últimas duas décadas, nada mais apropriado que um homem sábio a falar de sonhos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sonhos de menino

A todos aqueles que acederam ao Dias de Estupidez durante o dia de ontem e estranharam o facto de não haver actualizações: estava a deixar-vos repousar para poderem estar prontos para ler este post (muito provavelmente o post mais estupidamente parvo até hoje).

O Tony, esse grande homem, dono de uma voz fantástica e com uma estrutura física invejável, um dia disse-me: “Oh Danieli, sábis, um home tim sonhos desdi qui é minino!”. Mas vá, o Tony pode ter muitas virtudes mas tem os seus defeitos e eu desconfio que o homem não funciona bem da cabeça. Ah, e o outro Tony, o das carreiras, esse também tem uma música chamada assim…mas a esse ninguém o conhece.
Hoje vou revelar-vos, em primeiríssima mão, as frases que eram presença assídua nos meus sonhos de menino (menos aquelas cuja depravação é tal que tenho vergonha de as tornar públicas):
- Esta é clássica e não podia faltar. Sempre sonhei entrar num táxi e dizer isto com convicção: “Siga aquele carro!”;
- Outro dos meus maiores sonhos era entrar numa casa de banho pública quando aquilo estivesse cheio e gritar: “Fuuuuuujaaam! Ela vem aí!” Aposto que todos os homens se iriam pôr a correr dali não sei em quanto;
- Se eu tivesse um charme arrebatador, um olhar sensual, um corpo atlético, andasse de fato preto, tivesse um BMW e me chamasse Joaquim eu gostava mesmo de dizer: “My name is Quim, Jaquim!”;
- Mas a pior de todas as frases que eu gostava mesmo de dizer era: “Infelizmente a sua casa ardeu e todos os seus cães morreram carbonizados.” Ah catano isto é que me ia dar um gozo do caraças.

Escusado será dizer que depois da publicação disto a minha insanidade mórbida ficou mais que provada.