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domingo, 27 de julho de 2014

Os efeitos das drogas

Toda a gente sabe (entenda-se por 'toda a gente' aquela desgraçada pessoa que veio aqui parar por engano) que se não fossem as drogas, o Dias de Estupidez não existiria. No entanto existem casos em que as drogas conduziram a coisas quase tão más quanto a criação deste espaço. E por isso, hoje este post aborda um assunto sério.

A Rehabs criou a seguinte imagem para mostrar os efeitos associados às drogas, sendo que o que a imagem revela não é ficção. Portanto quando pensares em tornares-te consumidor destas coisas (sim tu, que chegaste aqui por engano) lembra-te disto:



P.S. - O Dias de Estupidez, apesar de não apoiar o consumo de substâncias ilícitas, é a favor da sua comercialização (porque dá dinheiro como o caraças!).


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Drogas e garrafas de soro

Depois de 10 dias em que o «Dias de Estupidez» esteve a soro, chega mais um regresso. E logo no dia em que deveria ter acabado o mundo (11.11.11). Não acabou, portanto cá vem mais um vídeo para dar início a mais uma temporada de postes diários! E como soro é droga, e droga não posso postar, nada melhor que um vídeo sobre essa bela temática:

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Devaneios intercalados

Há cenas que a mim não me assistem (que cliché poça... pensei que nunca ia usar destas coisas aqui!). A sorte é, obviamente, uma dessas coisas. Outra é o dinheiro. E outra é o seguro de saúde. Mas nem tudo é mau, e sempre vai havendo umas coisitas que me vão assistindo. Okay, eu não me lembro de nenhuma... mas deve haver de certeza catano!

Pumba, viram aquele vídeo para aqui enfiado sem aviso nem o caneco? É que nem houve introdução nem nada. Foi logo, pumba! E é que daqui a pouco vai aparecer outro vídeo assim, sem apelo nem agrado. É logo pumba pá! Mas antes disso tenho que aqui deixar umas palavras para o Woody Allen (seguidor assíduo do «Dias de Estupidez»): «Caro amigo, depois de ter visto o teu mais recente filme, «Midnight in Paris», concluí que tu, Woody, és o maior caneco! Para além de me teres obrigado a ficar uma hora e meia a olhar para o portátil e a pensar numa maneira de entrar para dentro do filme, conseguiste o impensável: fizeste-me gostar de Paris, ou melhor, fizeste-me gostar de alguma coisa daquele país. Por isso, e porque os teus filmes me continuam a devolver esperança quando eu mais preciso dela, um forte obrigado!». E depois desta mariquice, pumba!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A droga da minha vida

Há pessoas que procuram o elixir da vida. Sinceramente nunca entendi essas pessoas... longe de mim pensar em viver eternamente (já me chega os anitos que me restam). E também há pessoas que procuram o elixir da juventude. Estas quase que as entendo, mas mesmo assim vejo maior encanto em envelhecer (física e psicologicamente) que em ficar jovem para sempre. Eu, que sou assumidamente contra as drogas (apesar de entender as pessoas que as consomem) toda a minha vida procurei isto:

A Universidade de Montreal (Canadá) «desenvolveu» uma droga com efeitos simplesmente extraordinários (sempre quis escrever esta palavra no blogue). A droga Metyrapone é conhecida por provocar uma redução dos níveis de cortisol (uma hormona relacionada com a memória), sendo que o que a equipa de investigadores da Universidade de Montreal conseguiu foi manipular o tal hormona, utilizando a tal droga, de forma a «apagar» as memórias negativas e as emoções que lhe estão ligadas (brutal né?).
E mesmo que o método de teste desta investigação não seja tão bom como aquele do Pavlov (da campainha e o caneco) nem como aquele do Skinner (dos ratos e o catano), eu achei por bem partilhar:

«Para este estudo, 33 homens tiveram que aprender uma história com eventos negativos e neutros. Após três dias, eles foram divididos em três grupos: um recebeu uma dose única de Metyrapone, outro uma dose dupla e o terceiro recebeu placebo. Os homens tiveram que se lembrar da história após a droga e novamente, quatro dias depois, quando o medicamento não estaria mais no corpo.
O grupo que recebeu a dose dupla de metyrapone não se lembrou dos eventos negativos da história, embora não tivessem nenhum problema com os eventos neutros. Já o grupo do placebo lembrou-se de todos os eventos, sem problemas. O mais impressionante foi que a queda de memória das informações negativas continuou acontecendo mesmo quando os níveis de cortisol estavam normais no corpo, o que significa que a droga tem um efeito duradouro.»

Para além de ser uma droga que me faria facilmente virar drogado, esta coisa da metyrapone poderá vir a ser usada para ajudar pacientes que sofram de stress pós-traumático, ou seja, junta-se o útil ao agradável. Agora eu só quero é saber onde é que posso arranjar umas doses valentes disto, que 'tou mesmo necessitado.

Post Scriptum 1: já viram o Eternal Sunshine of the Spotless Mind? Se não viram vejam, se viram revejam;
Post Scriptum 2: clicaram em «placebo»? Cliquem lá vá!

Post Scriptum 3: devido ao facto de neste fim de semana ter que ir «defender Portugal» o «Dias de Estupidez» fica em férias até Domingo, sendo que o post desse dia está dependente do resultado das eleições.