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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

NeverWet (never mesmo)

Se eu fosse um rapaz com falta de originalidade e com tendência a imitar personagens conhecidas do público em geral iria introduzir este vídeo com a expressão: «E esta, hein?».
Portanto... E esta, hein?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Balanço 2010/2011

Tal como prometido (não sei quando nem sei onde), aqui está o meu balanço do ano que passou, sendo que se entende por «ano» o período entre Setembro de 2010 e os primeiros dias de Julho de 2011. O interesse disto não é absolutamente nenhum, mas já que tenho um blogue, e já que há pessoas capazes de o visitar diariamente, há que aproveitar para falar da minha vida. Portanto cá vai.

Num ano que eu esperava ser um dos mais difíceis até hoje, tanto em termos académicos como pessoais, acabei por me desenrascar bem, aliás, muito bem até. Pena é que foi só na parte académica, que na parte pessoal foi tão mau quanto esperava. Quer dizer, nem foi assim tããããoooo mal quanto isso... digamos que foi um ano meio bom, meio mau. Depende do ponto de vista (que no meu caso é quase sempre o pior possível).
Voltando à parte académica, só o simples facto de me ter livrado de Matemática era já por si só suficiente para achar este ano estudantil uma categoria, no entanto parece que fui recompensado por toda a dor e mágoa que me abala constantemente (poça, que esta parte foi tão linda e comovente) e para além do «monstro Matemática» fiz os restantes «monstros» (Economia e Contabilidades). Conclusão: melhor ano (académico) que este, em que fiz as cadeiras todas e algumas com notas bem jeitosas, não podia esperar.
Não obstante (aqui está mais uma das palavras que sempre quis escrever no blogue: «obstante». Lindo poça!) a verdade é que mesmo com um ano pessoal longe do excelente, o balanço que faço deste ano é deveras positivo. E aliás, face à realidade eu até já me convenci que os bons «anos pessoais» podem esperar até que se me acabem os «bons anos académicos». Faz de conta que é melhor assim.

Post Scriptum [1]: não quis 'tar a escrever lá em cima mas «deveras» é mesmo uma palavra brutal.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O poder de Otrivin

Hoje a «melhor publicidade» vem em dose dupla, com dois anúncios criados para o Otrivin Nasal Spray.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Criatividade

Depois de um dia em que todos os recordes do «Dias de Estupidez» foram batidos (realce para os inacreditáveis 106 «page loads»), decidi voltar a publicar um desabafo sobre esta triste mas preenchida vida que levo.

Aqui há uns tempos pediram-me para desenhar um logótipo para uma associação e eu, como até gosto de desafios, disse que sim. Deram-me liberdade para fazer como quisesse e eu quando tive um bocadinho lá comecei a inventar à espera que me saísse alguma coisa de jeito. Entretanto dei por mim a pensar no seguinte: será que ainda existe criatividade? Pode parecer uma pergunta parva, mas a verdade é que desde há muito tempo que sou da opinião que é (quase) impossível criar alguma coisa verdadeiramente original, tal é a quantidade de coisas que já existe. Acho que hoje não se cria, inova-se. No entanto isto é mais uma maneira de ver as coisas que algo irrefutavelmente certo.
E porquê escrever sobre isto? Bem, como eu sou um rapaz muito dado a comparações estupidamente parvas acabei por não me ficar por apenas estes pensamentos e cheguei assim a uma das comparações mais estranhas da minha vida (e eu já levo muitos aninhos de comparações) portanto tinha que a partilhar: eu vejo na criatividade a mesma coisa que vejo naquilo das almas gémeas: mesmo tendo praticamente a certeza que tal coisa não existe (criatividade/alma gémea) devemos procurá-la. Poça, que porcaria de comparação!

Post Scriptum [1]: caso o logótipo que desejei seja realmente utilizado logo o partilharei.
Post Scriptum [2]: inacreditavelmente só hoje é que foi criada a etiqueta «Marketing».