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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Trabalhos de grupo + Jantar

Hoje* ‘tou revoltado, portanto vou escrever sobre aquilo que me conduziu a este estado.

Prometi a mim mesmo que um dia havia de escrever aqui um texto com a minha opinião sobre os trabalhos de grupo, e planeava fazê-lo quando me visse livre deles. Infelizmente esperam-me mais alguns e eu não sou capaz de continuar a aguentar este grito de revolta… portanto vamos lá.
Eu cheguei à Universidade com a mesma opinião sobre os trabalhos de grupo que tenho hoje: são uma porcaria. E eu nem digo que não façam sentido, fazem-no. Quanto mais não seja para incentivar ao trabalho de equipa e ao espírito de entreajuda (mesmo que estes objectivos falhem em grande parte dos grupos). Eu cá só sou da opinião que não faz sentido um estudante chegar à Universidade e ter nos trabalhos de grupo um dos maiores métodos de avaliação (apenas ultrapassado pelas frequências). Quer dizer, eu pago quase 1000 euros de propinas, mais todas as despesas resultantes de estar a estudar fora, e não mereço ser avaliado individualmente? Suponho que a minha média final de curso seja «minha», caso contrário mais vale começarem a dar um diploma por grupo.
No meu percurso académico contam-se pelos dedos de uma mão os trabalhos individuais que fiz (lembro-me de 2), enquanto trabalhos de grupo devo ter feito uma dúzia. 'tá bem que os professores teriam imenso trabalho a corrigir trabalhos individuais, mas caramba pá («caramba pá» é uma expressão que sempre sonhei escrever aqui!).

* este «hoje» deve ser entendido como um «hoje» longínquo, uma vez que escrevi este texto há mais de meio ano.

DESAFIO: hoje (e este «hoje» deve ser percebido como «hoje») estou feliz, porque depois de uns quantos meses a tentar encontrar uma música de uma banda cujo nome não me lembrava acabei por esbarrar no nome da banda no Facebook e por me lembrar imediatamente da música! Portanto, eis que chega mais um grandioso desafio by «Dias de Estupidez».
É assim, quem descobrir o nome da banda e da música a partir das seguintes pistas relativas ao videoclip oficial da mesma, ganha um JANTAR, em sítio a decidir, pago pelo caríssimo autor Daniel Paiva (obviamente que sou estou a oferecer um jantar porque não acredito que alguém vá conseguir adivinhar).

«Um gajo a andar em frente como se não houvesse mais ninguém no mundo.»

terça-feira, 12 de julho de 2011

Balanço 2010/2011

Tal como prometido (não sei quando nem sei onde), aqui está o meu balanço do ano que passou, sendo que se entende por «ano» o período entre Setembro de 2010 e os primeiros dias de Julho de 2011. O interesse disto não é absolutamente nenhum, mas já que tenho um blogue, e já que há pessoas capazes de o visitar diariamente, há que aproveitar para falar da minha vida. Portanto cá vai.

Num ano que eu esperava ser um dos mais difíceis até hoje, tanto em termos académicos como pessoais, acabei por me desenrascar bem, aliás, muito bem até. Pena é que foi só na parte académica, que na parte pessoal foi tão mau quanto esperava. Quer dizer, nem foi assim tããããoooo mal quanto isso... digamos que foi um ano meio bom, meio mau. Depende do ponto de vista (que no meu caso é quase sempre o pior possível).
Voltando à parte académica, só o simples facto de me ter livrado de Matemática era já por si só suficiente para achar este ano estudantil uma categoria, no entanto parece que fui recompensado por toda a dor e mágoa que me abala constantemente (poça, que esta parte foi tão linda e comovente) e para além do «monstro Matemática» fiz os restantes «monstros» (Economia e Contabilidades). Conclusão: melhor ano (académico) que este, em que fiz as cadeiras todas e algumas com notas bem jeitosas, não podia esperar.
Não obstante (aqui está mais uma das palavras que sempre quis escrever no blogue: «obstante». Lindo poça!) a verdade é que mesmo com um ano pessoal longe do excelente, o balanço que faço deste ano é deveras positivo. E aliás, face à realidade eu até já me convenci que os bons «anos pessoais» podem esperar até que se me acabem os «bons anos académicos». Faz de conta que é melhor assim.

Post Scriptum [1]: não quis 'tar a escrever lá em cima mas «deveras» é mesmo uma palavra brutal.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A revolta

Hoje estou revoltado, e eu nem sou rapaz para me revoltar facilmente. A verdade é que quando acordei a minha média era 3 décimas superior àquela que tenho agora, o que me leva a concluir que há professores que pensam que as notas que dão são mesmo notas de verdade, daquelas com que se compram cursos, e portanto dão sempre o mínimo que é para não deixarem de ser ricos e abastados. Mas vá, eu até prefiro que me fiquem a dever do que ser eu a estar em dívida.
Mudando de assunto, há outras coisas que me revoltam, como por exemplo o facto da Ryanar estar até amanhã a vender bilhetes promocionais, dando imenso destaque aos voos a €9,99, sendo que quando uma pessoa vai ver os destinos dos voos a esse preço percebe que a esse dinheiro consegue ir do Porto para... Faro. Mesmo assim é de realçar que dá para ir do Porto para Milão e de Milão para o Porto por míseros €95,97, o que me leva a concluir que só me falta a companhia... e o dinheiro.

E como isto só com texto não tem piada nenhuma (nem com o vídeo mas pronto), aqui fica um extra:

Post Scriptum: não haja dúvida que o post de ontem está extremamente bem escrito.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Um mundo perdido

Se eu já pensava que o mundo estava perdido depois de ter tido duas frequências hoje e ter ficado chateado por causa da primeira, agora comprovei que o mundo está, definitivamente, perdido. Porquê? Ora bem, primeiro porque passam a vida a tentar convencer-me que o fim do mundo vai acontecer e depois pumba, não acontece nada (quanto a isso vejam este vídeo em que está o senhor que previu o fim do mundo no dia 21); depois porque hoje gastei entre 30 a 60 minutos a fazer uma rosa em origami cuja utilidade não é nenhuma (podia ter gasto o tempo a estudar), e por último, graças a este fantástico estudo:

Segundo uma pesquisa realizada em Berlim (Alemanha), um terço dos estudantes daquela cidade estariam dispostos a prostituir-se para conseguirem financiar a educação, sendo que alguns deles admitiram até que já tinham feito danças eróticas e shows ao vivo na internet para fazerem algum dinheirito. Infelizmente, não consegui evitar um pensamento (resultado do balúrdio das propinas), mas acabei por concluir que dificilmente conseguiria convencer alguém a dar-me 5 euros fosse para o que fosse. :)

domingo, 17 de outubro de 2010

Nota de Autor

Esta semana existe a possibilidade da estupidez deste blogue se tornar, para além de parva, algo atrasada e a puxar para a insanidade. A razão para tal acontecimento prende-se com aquilo que está visível à esquerda deste texto (clique na imagem para ampliar). De qualquer maneira, o autor do "Dias de Estupidez" (aqui a falar em terceira pessoa para parecer alguém digno de respeito) fará tudo o que a cerveja lhe permitir lhe for possível para manter o mínimo de anormalidade por estes lados. Caso não consiga, agradeço a compreensão de todos vós.
Escusado será dizer que quem quiser congratular este dedicado blogger pelo seu trabalho à frente desta parvalheira de blogue poderá fazê-lo. Para além do nib que vocês tão bem conhecem: 0035 0354 0002 9370 7003 8, poderão ainda pagar uma imperial dar-me o dinheiro pessoalmente neste evento, de forma a ajudar à minha bebedeira o "Dias de Estupidez".