Chegou finalmente o dia em que vos vou revelar mais uma história da minha infância. Lembram-se desta história? Pois bem, a de hoje também tem a bicicleta com um papel de destaque (exactamente a mesma bicicleta).
Devíamos andar por 2001 ou 2002 (eu não faço a mínima ideia, mas chegado a arriscar acho que não devo ‘tar a errar por muito) quando na minha terrinha foi concebida uma pista de motocross no sítio onde antigamente (antes de mim) existia um campo de futebol de 11. Esta pista, com aqueles montes, buracos e tudo mais, passou então a fazer parte do meu dia-a-dia. Eu lá pegava na minha bicicletazinha com 5 mudanças e lá ia saltar que nem um doido para o meio da terra e até que me desenrascava bem.
Certo dia, como já era habitual, lá fui eu até à pista mais a minha rica irmã. E lá na pista havia um «obstáculo» que era tal e qual a imagem que vêem em cima (poça, as coisas feitas no paint ficam tão mais bonitas). A minha irmã tinha a mesma visão que vocês, e eu ‘tava uns bons metros mais atrás de onde estou na imagem (para apanhar balanço). E foi então que olhei para a minha irmã e disse, com toda a convicção: «Mana, olha este salto!». E pimba, toca a pedalar que nem um maluco. Agora, tão a ver o X? E o Y? Ambas as letras marcam pontos de aterragem. O X é o ponto de aterragem da bicicleta (que eu larguei durante o voo) e o Y é o ponto de aterragem do meu frágil corpo. Conclusão: a bicicleta ficou com o guiador para um lado e a roda para o outro; eu fiquei com uma valente corte no joelho e com uma cicatriz para o resto da vida.
Devíamos andar por 2001 ou 2002 (eu não faço a mínima ideia, mas chegado a arriscar acho que não devo ‘tar a errar por muito) quando na minha terrinha foi concebida uma pista de motocross no sítio onde antigamente (antes de mim) existia um campo de futebol de 11. Esta pista, com aqueles montes, buracos e tudo mais, passou então a fazer parte do meu dia-a-dia. Eu lá pegava na minha bicicletazinha com 5 mudanças e lá ia saltar que nem um doido para o meio da terra e até que me desenrascava bem.
Certo dia, como já era habitual, lá fui eu até à pista mais a minha rica irmã. E lá na pista havia um «obstáculo» que era tal e qual a imagem que vêem em cima (poça, as coisas feitas no paint ficam tão mais bonitas). A minha irmã tinha a mesma visão que vocês, e eu ‘tava uns bons metros mais atrás de onde estou na imagem (para apanhar balanço). E foi então que olhei para a minha irmã e disse, com toda a convicção: «Mana, olha este salto!». E pimba, toca a pedalar que nem um maluco. Agora, tão a ver o X? E o Y? Ambas as letras marcam pontos de aterragem. O X é o ponto de aterragem da bicicleta (que eu larguei durante o voo) e o Y é o ponto de aterragem do meu frágil corpo. Conclusão: a bicicleta ficou com o guiador para um lado e a roda para o outro; eu fiquei com uma valente corte no joelho e com uma cicatriz para o resto da vida.

