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domingo, 9 de outubro de 2011

A Formiguinha

Não sei porquê mas este garoto faz-me lembrar aquele que cortou o cabelo e ia ter um enfarte. Lembram-se dele?

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Espécies em vias de extinção

Nos dias de hoje há com cada estudo pior que outro, no entanto lá vão aparecendo alguns que até fazem sentido.

Segundo um estudo elaborado pela ONU, as mulheres serão cada vez mais disputadas pelos homens uma vez que... entrarão em vias de extinção. É verdade, este estudo foi reproduzido na «Economist» e defende que as mulheres não terão filhas suficientes para substituí-las, a não ser que as taxas de fertilidade dos 83 países pesquisados se alterem radicalmente.


Post Scriptum [1]: a foto não tem nada a ver com a notícia, mas 'tá bem bonita;
Post Scriptum [2]: eu preferi nem escrever a minha opinião sobre esta notícia, tal o seu carácter negativo.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Um livro, uma árvore e uma filha

Lembro-me como se fosse hoje de ouvir, pela primeira vez na minha vida, aquela história que para um homem ser mesmo um homem tem que fazer três coisas: escrever um livro, ter um filho e plantar uma árvore. Na altura pensei: «Hum, isto de ser homem nem é uma coisa assim tão difícil.», principalmente porque naquele tempo (tinha eu uns 16 ou 17 anos) já tinha a árvore plantada e o livro escrito. Aliás, árvores terei plantado até mais que uma, graças aquela coisa do Dia da Floresta em que a miudagem ia toda para a serra plantar pinheiros. Quanto ao livro, e partindo do princípio que quem inventou esta coisa dos 3 requisitos para ser homem não se estava a referir a livros publicados, algures pelos meus 13 ou 14 anos andava com a mania que era artista, então decidi escrever um livro infantil com desenhos e tudo. Apesar de não fazer ideia onde raio anda o livro, lembro-me que a história era qualquer coisa como um príncipe a salvar uma princesa, ou seja, era algo de imensamente original.
Concluindo, para ser um verdadeiro homem falta-me ter um filho, ou melhor, uma filha, coisa pela qual estou disposto a esperar, mantendo assim a minha juventude e despreocupação, embora que, se dependesse da minha vontade, este requisito seria substituído por algo que um rapaz conseguisse fazer sozinho, como por exemplo: pagar a conta da luz ou dar um violento pontapé a um vidro e ficar com um pouco desse vidro enterrado no dedo grande do pé esquerdo. É que isso sim, é realmente de homem!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cicatriz - parte I

Chegou finalmente o dia em que vos vou revelar mais uma história da minha infância. Lembram-se desta história? Pois bem, a de hoje também tem a bicicleta com um papel de destaque (exactamente a mesma bicicleta).
Devíamos andar por 2001 ou 2002 (eu não faço a mínima ideia, mas chegado a arriscar acho que não devo ‘tar a errar por muito) quando na minha terrinha foi concebida uma pista de motocross no sítio onde antigamente (antes de mim) existia um campo de futebol de 11. Esta pista, com aqueles montes, buracos e tudo mais, passou então a fazer parte do meu dia-a-dia. Eu lá pegava na minha bicicletazinha com 5 mudanças e lá ia saltar que nem um doido para o meio da terra e até que me desenrascava bem.
Certo dia, como já era habitual, lá fui eu até à pista mais a minha rica irmã. E lá na pista havia um «obstáculo» que era tal e qual a imagem que vêem em cima (poça, as coisas feitas no paint ficam tão mais bonitas). A minha irmã tinha a mesma visão que vocês, e eu ‘tava uns bons metros mais atrás de onde estou na imagem (para apanhar balanço). E foi então que olhei para a minha irmã e disse, com toda a convicção: «Mana, olha este salto!». E pimba, toca a pedalar que nem um maluco. Agora, tão a ver o X? E o Y? Ambas as letras marcam pontos de aterragem. O X é o ponto de aterragem da bicicleta (que eu larguei durante o voo) e o Y é o ponto de aterragem do meu frágil corpo. Conclusão: a bicicleta ficou com o guiador para um lado e a roda para o outro; eu fiquei com uma valente corte no joelho e com uma cicatriz para o resto da vida.

domingo, 12 de junho de 2011

Criança + Gato



Hum, que me lembre nunca tive um sonho que corresponda a esta descrição. Vou tentar ter hoje.

E como este post 'tá mais fraquinho que o normal, deixo-vos um vídeo que já leva mais de 26 milhões de views (quase tantas pessoas já viram este vídeo como aquelas que conhecem o «Dias de Estupidez»). Basicamente trata-se de um gatinho que 'tá a ter pesadelos e é docemente abraçado pela sua progenitora.


Não chegava o post ser fraco e ainda tem um dos piores títulos de que há memória! Poça.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A decepção

Ainda me lembro do meu sonho em ter uma bicicleta e da minha alegria quando os meus progenitores me compraram uma (dia 23 já partilho uma foto reveladora disto). Agora parece que os miúdos querem é pistas Hotwheels e consolas, senão vejam a reacção deste rapaz quando viu a prenda que os pais tinham para ele:

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A racionalidade na infância

O «Dias de Estupidez» é um blogue de sonhos, de desejos e de atrasos constantes nos posts (razão pela qual este post chega 19 horas depois da meia noite). Mas como é mais de sonhos e desejos que de atrasos, hoje o post é dedicado a este imenso propósito: satisfazer um desejo. Pois bem, pediram-me para pôr aqui dois vídeos dos Contemporâneos (este e o outro), mas como eu nem gostava dos Contemporâneos e aqueles vídeos são de antes de Cristo, decidi que vou satisfazer apenas a parte do «quero um post no Dias de Estupidez!». No seguimento disto, cá fica um vídeo de uma rapariguinha que é sucesso no Youtube e que nunca ninguém viu:


(não vou dizer o nome de quem pediu este extremamente justificável e normal desejo, mas foi uma Tânia!)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Hi5 (não tem nada a ver com a rede social)

Perante a imensa beleza deste vídeo, não tenho nada a acrescentar (ou melhor, mais uma vez não me está a apetecer escrever nada minimamente parvo).

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Inocência infantil

Antigamente, quando tinha entre 4 e 8 anos, eu era um rapaz fofo. Depois passou-me, e hoje sou o que sou, mas naquele tempo eu até engraçado conseguia ser. Não acreditam? Ora bem, retornemos aos meus 4 ou 5 anos. Já em Portugal os meus progenitores decidiram iniciar-me naquela coisa dos estudos o quanto antes, portanto acabei na pré-escola (ou seja, acabei no jardim de infância… mas “pré-escola” parece uma coisa mais inteligente). Para além de ter aprendido a pintar dentro dos limites dos desenhos e de ter aprendido a atar os atacadores, aprendi a brincar com aquelas letrinhas que se metem na canja (tão feliz que eu já fui com aquelas letrinhas). E como rapaz fofo que era não me custou muito criar laços com as educadoras. Hoje vou-vos falar de uma delas.
Embora a “pré-escola” não ficasse onde morava (ficava numa terra a 2km de distância) toda a gente se conhecia, pelo que a minha mãe sabia quem era a educadora e vice-versa. E sendo a minha progenitora detentora de um bonito jardim ainda mais conhecida era, nomeadamente da tal educadora, pelo que um dia (não sei como nem porquê) acabei por falar com a educadora sobre lírios (imaginem-me a mim, naturalmente fofo, a falar sobre flores… irresistível!). Ela queria lírios amarelos e eu pumba: “Ah, olhe que a minha mãe tem lá disso!”, ao que a resposta foi: “Então diz lá à tua mãe que logo passo lá em casa, sim?”. Bom, então nesse dia cheguei a casa e pus-me a olhar para o jardim. “Onde raio estão as flores amarelas?” pensei eu (tão inocente eu era que até os pensamentos eram sem asneiras). Pois, não havia. Mas havia uns lírios bicolor, meios amarelos meios roxos. “Ai deixa ‘tar que ainda há solução.” deverei ter eu pensado. Portanto arranquei os ditos lírios e zás, toca a arrancar as pétalas roxas para “criar” lírios amarelos! Era ou não era um rapaz esperto?

domingo, 3 de abril de 2011

Pecado + SA'11 + "Enfarto"

Caros leitores, eu ontem pequei. E não, não foi um erro inocente. Terá durado 3 minutos, talvez menos, mas o pouco tempo não serve de desculpa. Decidi, durante esses tais 3 minutos, que ia acabar com a privação do Windows Live e entrei no mail... e no messenger... E agora podia me açoitar nas costas com chicotes com ferros nas pontas, mas preferi partilhar convosco este meu imperdoável pecado do qual não me orgulho.

Mudando de assunto, mas continuando a escrever sobre coisas que não interessam a ninguém, depois de 6 noites de Semana Académica as minhas conclusões são as seguintes (o + significa que é um ponto positivo, o - significa que é um ponto negativo):
  + as excelentes performances das duas bandas de garagem que vi (Soul Brothers Empire e Quarteto de Bolso), sendo que a primeira ao cantar o tema do Dragon Ball marcou a SA'11. Não foi uma surpresa porque já conhecia as bandas mas merecem o apontamento;
  + a boa actuação dos 100 Ensaios (uma banda que começa a actuação a cantar Better Man merece uma referência);
  + o Sábado, com os grandes ENDAY (que mereciam ter tido casa cheia desde o início) e o enorme José Cid que deu sem grandes dúvidas o melhor concerto de sempre numa SA.
  - a má qualidade d'Os Golpes que para mim ganham o prémio de pior banda a actuar na SA'11;
  - o facto dos Nu Soul Family serem ainda piores que os Expensive Soul e não saberem dizer uma frase completa em português (e continuo a achar que um dos vocalistas é o Varela);
  - o quão deprimente se tornou o caminho da Anil para o Sineiro durante duas das noites da SA.

E para marcar o fim deste post e o fim desta semana, cá fica um dos vídeos mais engraçados que vi nos últimos tempos:

segunda-feira, 21 de março de 2011

Exploração infantil

Dado o actual estado das minhas tão adoradas sapatilhas e a necessidade/desejo de adquirir aquelas que se encontram referenciadas na “Dica da semana”, decidi escrever um pouco sobre a produção dessas ditas cujas sapatilhas (mas não sem antes vos incentivar a ajudar-me nesta nobre causa depositando os tais 70 euros no NIB que se encontra no fim deste post).
Há crianças, pobres e inocentes crianças, que correm desenfreadamente por campos de trigo, estragando as colheitas e contribuindo para a crise económica dos seus países. Essas crianças não importam. Ao invés, há outras crianças, igualmente pobres e inocentes crianças, que em vez de estragarem as agriculturas criam riqueza para os seus países. Essas crianças são uma parte essencial daquilo que todos chamam de “exploração infantil”.
“Ah oh Daniel, mas olha que a exploração infantil é feia.” É feia? Se for tão feia como são as minhas sapatilhas feitas por uma qualquer criança indonésia de 6 ou 7 anos digo-vos já que a exploração infantil é até bem bonita. E até vos digo mais, são crianças talentosas que estão por detrás de muito daquilo que vocês usam no dia-a-dia, benditas crianças. Na verdade a única coisa a apontar nisto da exploração infantil é o facto de tudo aquilo que as crianças fazem seja vendido a um preço exorbitante, como se as crianças fossem estilistas famosos ou personalidades inigualáveis mundialmente.

Algumas notas meramente inúteis (excepto a primeira):
1. Apesar deste texto revelar algumas opiniões pessoais obviamente que a verdade é que não só entendo a realidade da exploração infantil como me oponho a esta e às condições deploráveis a que as crianças são sujeitas;
2. Depois do triste desaparecimento do meu cão Matias dou-vos conta da recém "contratação" de um novo elemento a constar no meu agregado familiar: Tintim;
3. Apesar do aglomerado de críticas à organização da SA'11 e aos nomes presentes no cartaz, tenho a dizer que fiquei agradavelmente surpreendido, ou melhor, fiquei "esbabacado", com a qualidade dos portugueses Enday. Conheçam-nos aqui.
4. Para os mais cabeças-no-ar que ainda não decoraram o meu NIB aqui fica mais uma vez a combinação mágica de 21 algarismos: 0035 0354 0002 9370 7003 8.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Secundário

Aqui ao tempo fiz uma visita à escola que me preparou para a vida académica. Conclusão: se eu tinha saudades daquilo, perdi-as todas. E mesmo não tendo provas, tenho que culpar os “Morangos” por isto, por terem criado um virús de cor nas escolas, principalmente secundárias. Antigamente as paredes das escolas eram normais, agora parecem edições ilimitadas da Agatha Ruiz de La Prada, com paredes de todas as cores, excepto as cores normais. E se fosse só isto ainda vá que não vá. Mas é que esta virose se propagou aos alunos, e agora em cada 10 alunas, 9 têm calças amarelas ou cheias de manchas. Escusado será dizer que se as paredes parecem da marca das canetas com animais, as alunas parecem edições Manuel Luís Goucha apenas limitadas pela falta de óculos parvos. Ah, e se fossem só as alunas, mas não. No meu tempo os rapazes corriam desenfreadamente pelo alcatrão atrás de uma bola, agora parece que são as bolas que correm atrás deles tal é a atadice* que demonstram a andar.
Bem, mais vale ficar-me por aqui não vá um destes jovens ler este texto. É que se antigamente se respeitavam os mais velhos, agora aqueles miuditos de 10 anos com casacos de cabedal são capazes de correr tudo à facada. Haja cuidado.

* esta palavra não existe mas quer dar a entender que os rapazes ‘tão atados e não se conseguem mexer como pessoas normais.

Post Scriptum 1: por razões de saúde física (mentalmente já estou acabado) a actualização chegou 21 horas atrasada.
Post Scriptum 2: esta semana que "prometia" ser uma semana marcante na minha vida (muito por força de decisões que tomei) está a caminhar para o pódio de pior semana das últimas duas décadas.
Post Scriptum 3: depois de ter passado 4 horas (!) nas urgências acabei por duvidar seriamente da razão pela qual ainda chamam àquilo "urgências".

sexta-feira, 4 de março de 2011

"Férias" + Micah

Como vivemos num mundo em que até mesmo aqueles que pouco ou nada fazem têm férias eu decidi dar um curto descanso ao "Dias de Estupidez" (a verdade é que para onde vou não tenho net para actualizar isto). Dependendo de uma decisão futura que irei tomar, este descanso pode acabar Segunda ou Terça, pelo que escusam de esperar ansiosamente pelo post de Sábado e Domingo como costumam fazer (claaaaarooo que costumam, né?).

Como despedida deixo-vos o vídeo de Micah, um bebé de 10 meses que se farta de rir ao ver o pai rasgar um papel, sendo que esse papel é uma carta de rejeição a um trabalho a que se candidatara o pai da criança.

Cookies

Como é bonito ver uma criança tão inocentemente sincera. :)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Crimes parentais

Depois da Luciana e do Djaló se terem lembrado de dar o nome "Lyonce Viiktórya" à sua recente filha, contribuindo assim para a criativa criação deste site, eis que se prova que nem só eles têm uma imaginação estupidamente parva o suficiente para estragar a vida a uma criança.

Foi no Egipto (e que se coza o novo acordo ortográfico) que uma família decidiu homenagear as redes sociais pelo seu papel na recente saída do presidente Mubarak do controlo do país dando à sua filha, à sua própria filha, o nome de "Facebook Jamal Ibrahim". Sim, "Facebook". A imprensa daquele país garante que é a primeira criança do mundo a receber o nome da rede social, transparecendo com esta notícia o orgulho não só para a família como para todo o Egipto.

Já agora, aproveito para postar o vídeo que um estudante universitário produziu para mostrar a dependência do mundo no Facebook:

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Marília versus Catarina

Este vídeo não é de hoje, nem sequer de ontem, mas uma coisa é certa: é épico!

Atenção: linguagem e cenas impróprias.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dias de hoje

Estas coisas das traições e o catano passam muitas vezes despercebidas aos desgraçados traídos, no entanto, e como que para servir de exemplo, há sempre alguns/algumas que são apanhados/apanhadas.

Na Polónia uma senhora cuja moralidade eu nem vou questionar (não vale a pena) engravidou de gémeos. O que se pensa logo é que os filhos vão poder trocar de papel na escola e gozarem com os amigos, mas não. Os gémeos desta senhora eram de sexos diferentes (um menino e uma menina) e, aqui é que está a notícia, de pais diferentes também.
Pelos vistos o menino era filho do marido e a menina filha do amante (amante este com que a senhora mantinha relações sexuais frequentemente).


Foi o sétimo caso registado no mundo em que uma mulher dá à luz gémeos de pais diferentes e tudo isto tem explicação científica (apesar de não servir para nada para além de tirar piada a isto).

PPPTCIZ: o bébe na foto não tem nada a ver com este assunto, mas não resisti a partilhá-lo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fofinho, fofinho, fofinho


Escusado será dizer que se a pergunta fosse: «Do you love "Dias de Estupidez"?» a resposta seria um claríssimo YES.