No regresso do espaço “Porcarias que mudaram o mundo” vou-vos falar sobre o Messenger, sim, aquela coisa de que eu tive privado durante um mês (e aquela coisa de que possivelmente vou estar privado mais um mês daqui a algum tempo).
Lembram-se de eu vos ter falado no desencanto dos roupões? Não? Cliquem aqui e leiam. Bem, com o Messenger passa-se exactamente a mesma coisa. Antigamente havia aqueles papelinhos deste género:
Hoje em dia estas coisas tratam-se no Messenger. Ou seja, se o romance “Romeu e Julieta” fosse escrito hoje seria mais parecido com o filme com o Tom Hanks e a Meg Ryan “You've got mail” (bom filme, já agora) e em vez de haver veneno haveria um qualquer trojan.
Obviamente que o Messenger também tem vantagens, embora eu neste momento não me lembre de nenhuma. A minha mente ‘tá preenchida por uma enorme quantidade de razões para essa porcaria não existir, mas vá…
Post Scriptum [1]: quando eu escrevi “Lembram-se de eu vos ter falado no desencanto dos roupões? Não? Cliquem aqui e leiam” vocês carregaram? Poça, é que eu gostava mesmo que tivessem carregado.
Post Scriptum [2]: a título de curiosidade, o tipo de letra que usei na imagem chama-se “Daniel” e está disponível para download aqui.
Post Scriptum [3]: hoje tive um momento de fraqueza em que quase não resisti a beber uma cerveja (na verdade só não bebi por ter cá só uma e por precisar de umas 10). Visto isto, e porque apanhar uma bebedeira para incentivar o esquecimento não me é possível, decidi afundar-me ainda mais no poço e deprimir ao rever o Titanic… Ai, triste vida a minha…
Lembram-se de eu vos ter falado no desencanto dos roupões? Não? Cliquem aqui e leiam. Bem, com o Messenger passa-se exactamente a mesma coisa. Antigamente havia aqueles papelinhos deste género:
Hoje em dia estas coisas tratam-se no Messenger. Ou seja, se o romance “Romeu e Julieta” fosse escrito hoje seria mais parecido com o filme com o Tom Hanks e a Meg Ryan “You've got mail” (bom filme, já agora) e em vez de haver veneno haveria um qualquer trojan.
Obviamente que o Messenger também tem vantagens, embora eu neste momento não me lembre de nenhuma. A minha mente ‘tá preenchida por uma enorme quantidade de razões para essa porcaria não existir, mas vá…
Post Scriptum [1]: quando eu escrevi “Lembram-se de eu vos ter falado no desencanto dos roupões? Não? Cliquem aqui e leiam” vocês carregaram? Poça, é que eu gostava mesmo que tivessem carregado.
Post Scriptum [2]: a título de curiosidade, o tipo de letra que usei na imagem chama-se “Daniel” e está disponível para download aqui.
Post Scriptum [3]: hoje tive um momento de fraqueza em que quase não resisti a beber uma cerveja (na verdade só não bebi por ter cá só uma e por precisar de umas 10). Visto isto, e porque apanhar uma bebedeira para incentivar o esquecimento não me é possível, decidi afundar-me ainda mais no poço e deprimir ao rever o Titanic… Ai, triste vida a minha…
