segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Desafio [a sério]

Caríssimos leitores:
- No seguinte texto há referências a 13 canções, sendo que três dessas referências se encontram sublinhadas;
- Essas 13 canções fazem parte de 3 álbuns de uma banda, um de 2000, outro de 2003 e outro de 2007;
- A banda é conhecida de todos, assim como a maior partedas canções referidas no texto.

Para vencer o desafio basta que no comentário escrevam o nome da oitava canção referenciada no texto, sendo que vos posso adiantar que «não ficar» se trata de uma referência à única canção do álbum de 2003 aqui referenciada e é a 5ª referência no texto.

«Há sombras que escurecem os dias, que me fazem deixar tudo o resto e que acabam por me destruir em pedaços. Nessas alturas é mais fácil fugir, é mais fácil não ficar, é mais fácil desistir… Mas mesmo rastejando, no final sei que estarei um passo mais próximo de estar contigo, e isso basta para que continue a sangrar até um dia ser esquecido ou até um dia finalmente acordar.»

Bom, e agora: a Wikipédia esteja convosco. E já agora, se alguém conseguir descobrir as 13 canções, esse alguém passa imediatamente a ser o meu herói. Good luck :)

domingo, 31 de julho de 2011

Privação do mês - Agosto

No regresso das privações (e no adeus das obrigações) decidi que devia fazer alguma coisa diferente, algo nunca antes tentado e realmente difícil. Decidi que durante Agosto a privação seria extrema, qualquer coisa que me colocasse em perigo e obrigasse as pessoas a lançar as mãos à cabeça e a afirmar: «Este gajo é maluco!». E depois dessa decisão, reflecti durante dois centésimos de segundo nas minhas possibilidades e felizmente não me lembrei de nada. Portanto vai ser uma privação banal, tal e qual como já é hábito.
Assim sendo, a privação do mês de Agosto será, nada mais nada menos, que dormir mais de 10 horas por dia. Pode parecer fácil, mas eu espero sérias dificuldades.

Mudando de assunto, sendo o «Dias de Estupidez» um blogue dedicado à justiça, decidi lançar um novo desafio que vem «anular» o desafio da música dos Guns ‘N Roses, visto que a minha fantástica pista foi demasiado fantástica para que o desafio pudesse ser levado a sério.
Assim sendo, o desafio será lançado amanhã, segunda-feira, às 10h30. O prémio para um possível vencedor será à partida o que esse vencedor quiser (excepto se esse vencedor quiser um dos meus rins). No entanto há que dizer que sendo um desafio a sério, não será fácil existir um vencedor.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Adiamentos

Há coisas que não fazem sentido (quase) nenhum, como por exemplo os intervalos da TVI, ou a quantidade de novelas da TVI, ou o telejornal da TVI, ou o facto de eu ‘tar sempre a dizer mal da TVI… mas hoje não faz parte do «sempre», portanto vou escrever sobre outra coisa.
Adiamentos. É verdade, depois de tantos textos em que procurei escrever sobre coisas que não fizessem sentido, encontrei finalmente uma coisa que não faz mesmo sentido nenhum. Se não vejamos: era uma vez um rapaz chamado Artur que sonhava com a coisa mais estupidamente parva à face da terra: queria ir a uma loja, comprar uma garrafa de um litro de Coca-Cola e uma embalagem de Mentos, e fazer uma bomba artesanal tal e qual uma que tinha visto no Youtube. Isto ir-lhe-ia custar só uns 2 ou 3 euritos, mas ele adiava o seu desejo constantemente, convencendo-se que ia fazer isso, mas só «amanhã». O «amanhã» foi passando para «amanhã», até que ao fim de uns bons anos o dia finalmente chegou, e o Artur decidiu entrar na loja e comprar a tal garrafa de Cola e os Mentos. Mas… a empresa que fabricava os Mentos tinha falido e todas as embalagens tinham sido imediatamente retiradas do mercado. Conclusão: se não tivesse adiado aquilo por tanto tempo, o Artur seria agora um rapaz feliz e viveria sem a dor e mágoa de saber que podia ter tornado o seu sonho realidade.
E depois desta bonita história (que pode ser adaptada a tudo e mais alguma coisa) digam-me lá se esta porcaria dos adiantamentos faz algum sentido. Pois claro que não!

Post Scriptum [1]: a ver se nesta próxima semana consigo ter net durante tempo suficiente para responder a todos os 10.000 comentários que os estimados leitores fizeram nestes tempos.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Corta-unhas

Este post foi escrito à 1h, enquanto vi-a o concerto dos FooFighters em Wembley pela milésima terceira vez e enquanto pensava afincadamente em alguma coisa que, perante a tristeza que me atingiu por causa do concerto, tornasse o meu mundo melhor. E podia ter-me lembrado de tanta coisa, como por exemplo de qualquer objecto esférico (vocês não imaginam o poder que um objecto esférico tem sobre mim), ou da pulseira que tenho no pulso direito (também não imaginam o seu poder), ou até da cicatriz que tenho no joelho esquerdo (que foi resultado de um bonito momento que contarei algures num futuro próximo); mas não, não me lembrei de nada disso. Do que é que me lembrei? Isso mesmo, lembrei-me disso.
Primeiro tenho a dizer que acho que os corta-unhas são objectos muito desvalorizados nos dias de hoje e que não percebo tal coisa. É que vocês já cortaram as unhas com uma tesoura? E com uma faca? E com um x-acto (aprendi a escrever esta palavra hoje)? E com os dentes? Vou partir do princípio que todos vocês são aventureiros e já usaram todos estes métodos. Obviamente que constataram que a tesoura dá pouco jeito para uma mão e nenhum jeito para a outra; a faca é muito gira, mas foge facilmente para a pele e pumba; o x-acto (aprendi mesmo a escrever esta palavra hoje) tem o mesmo problema que a faca e ainda se parte facilmente; e usar os dentes, se forem da mesma pessoa que as unhas,é um pouco porco, para além que as unhas ficam a arranhar tanto quanto as mudanças do Clio da minha progenitora quando eu me esquecia da embraiagem. Visto isto, pensem bem no valor do corta-unhas! É que aquilo é perfeito, e ainda para mais alguns até têm uma limazinha para ajustar as pontas das unhas e tudo! É quase como ter uma torradeira em que as torradas ao saírem são automaticamente barradas com manteiga (poça, c’a ganda ideia esta hein?).

domingo, 24 de julho de 2011

Telemóveis II

Lembram-se deste meu texto sobre telemóveis? (poça, como é que é possível ainda se lembrarem disso?!) Pois bem, se hoje escrevesse sobre aquilo escreveria exactamente o mesmo, excepto naquela parte dos 5 euros, visto que a TMN aumentou a mensalidade 2 euros e meio. E porque raio me fui eu lembrar disto? ‘tava eu muito bem às 3 da manhã a ouvir uma música bem bonita dos Guns N’Roses quando calhei a olhar para o telemóvel e senti toda a raiva que lhe tenho a aflorar-me a pele (poça, «aflorar-me a pele». Sem o «Noites de Utopia» vejo-me obrigado a escrever estas coisas num texto que é para ser engraçado).
Eu gostava mesmo de viver naquele tempo em que não havia telemóveis. Devia ser tudo tão mais giro. É que a única coisa verdadeiramente boa que eu vejo no Nokia que a minha progenitora me deu é mesmo o jogo da serpente. Vá, e a lanterna também. De resto acho que aquilo é uma espécie de criatura maligna que só foi inventada para destruir a capacidade dos humanos em criarem verdadeiros laços afectivos entre si.

Desafio: qual a música dos Guns N’ Roses que eu estava a ouvir? Hein? O primeiro a responder acertadamente a esta pergunta ganha… hum… ganha… qualquer coisa bué porreira e fixe e o catano!
Pista I: não era a Sweet Child O’ Mine (face à grandeza do prémio não podia ser assim tão óbvio);
Pista II: como me dei conta que os Guns N' Roses têm demasiadas boas músicas, decidi ajudar um bocadinho e dar-vos uma pista tão boa tão boa como aquela que o meu progenitor me deu a mim num Natal qualquer (os meus pais chegaram a casa com a minha prenda e a da minha irmã e nós pedimos uma pista daquilo que era. O meu pai deu a sua pista: «Tem a ver com telecomunicações». Ou seja, obviamente eram telemóveis). Assim sendo, a minha fantástica pista é a seguinte:
- a música que eu estava a ouvir tem a ver com um estado climatérico em que cai água do céu. :)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Fim das «férias»

No outro dia estava eu muito bem a meio de mais um processo altamente criativo (têm sido muitos neste Verão) quando me lembrei do «Dias de Estupidez». E perguntei-me assim: «Eh pá, porque é que eu dei férias àquilo?». E logo a seguir respondi-me assim: «Aaaah já sei, foi à espera que alguém me pedisse para voltar.». Pois bem, visto que houve um bendito anónimo que pediu o meu regresso, eis que decidi acabar com as férias desta espécie de blogue mais cedo e pumba, cá estou eu.
E já que aqui estou, aproveito para falar sobre férias. Segundo consta no mini dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, editado em 2001, e adquirido ilegalmente por mim numa biblioteca que não vou nomear (tenho medo de represálias) o significado de férias é o seguinte: «período de descanso concedido pelas entidades patronais, todos os anos, aos seus empregados». Ora bem, eu não vejo a mui nobre Universidade da Beira Interior como minha entidade patronal, pelo que isto já perde um pouco de sentido. E para além disso, «período de descanso…»? Isto pressupõe que haja um «período de cansaço», coisa que na minha vida é inexistente.
Obviamente que depois desta enorme reflexão concluí que sou daquelas pessoas que se pode queixar que nem sequer tem férias, só que ao contrário da grande maioria de pessoas que faz isso, no meu caso é mesmo verdade… Poça!

Post Scriptum [1]: é triste ter ido consultar um dicionário, mas perante a ausência de internet a wikipédia não era opção.
Post Scriptum [2]: ainda não foi desta em que tive internet tempo suficiente para responder a todos os comentários.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Férias não remuneradas

Depois deste hiato (OMG. «Hiato». Esta palavra deve ser das mais bonitas do mundo catano!) em que não tive acesso à internet e em que a opção das postagens automáticas salvou o «Dias de Estupidez» do abandono, eis que regresso para... dizer adeus.
Pois bem, como qualquer funcionário público este blogue também merece férias, portanto essas férias iniciam-se hoje e prolongam-se até dia 1 de Agosto. Sei que a falta de actualizações vai fazer derramar muitas lágrimas (claro que sim!) mas este hiato (OMG. Outra vez esta palavra! Brutal!) de postagens contribuirá para que em Agosto o «Dias de Estupidez» regresse ainda mais parvo (ou então não, e será a mesma parvoíce que é agora).

Resta-me fazer de conta que todos vocês estão a desejar «Boas férias» a este blogue e agradecer do fundo do coração por esse vosso desejo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Balanço 2010/2011

Tal como prometido (não sei quando nem sei onde), aqui está o meu balanço do ano que passou, sendo que se entende por «ano» o período entre Setembro de 2010 e os primeiros dias de Julho de 2011. O interesse disto não é absolutamente nenhum, mas já que tenho um blogue, e já que há pessoas capazes de o visitar diariamente, há que aproveitar para falar da minha vida. Portanto cá vai.

Num ano que eu esperava ser um dos mais difíceis até hoje, tanto em termos académicos como pessoais, acabei por me desenrascar bem, aliás, muito bem até. Pena é que foi só na parte académica, que na parte pessoal foi tão mau quanto esperava. Quer dizer, nem foi assim tããããoooo mal quanto isso... digamos que foi um ano meio bom, meio mau. Depende do ponto de vista (que no meu caso é quase sempre o pior possível).
Voltando à parte académica, só o simples facto de me ter livrado de Matemática era já por si só suficiente para achar este ano estudantil uma categoria, no entanto parece que fui recompensado por toda a dor e mágoa que me abala constantemente (poça, que esta parte foi tão linda e comovente) e para além do «monstro Matemática» fiz os restantes «monstros» (Economia e Contabilidades). Conclusão: melhor ano (académico) que este, em que fiz as cadeiras todas e algumas com notas bem jeitosas, não podia esperar.
Não obstante (aqui está mais uma das palavras que sempre quis escrever no blogue: «obstante». Lindo poça!) a verdade é que mesmo com um ano pessoal longe do excelente, o balanço que faço deste ano é deveras positivo. E aliás, face à realidade eu até já me convenci que os bons «anos pessoais» podem esperar até que se me acabem os «bons anos académicos». Faz de conta que é melhor assim.

Post Scriptum [1]: não quis 'tar a escrever lá em cima mas «deveras» é mesmo uma palavra brutal.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Trial Bike

Há pessoas com pouco amor à vida e há pessoas com uma habilidade do catano para isto.

domingo, 10 de julho de 2011

Revelação

Eu sou um rapaz estranho. Não digo isto com orgulho (quer dizer, talvez diga), mas a verdade é quando penso em mim mesmo só me consigo achar como alguém um bocado «atrasado». Hoje vou-vos revelar uma das coisas que contribui para eu ter esta imagem de mim próprio.
Se seguem o «Dias de Estupidez» já terão percebido que tenho alguns ódios de estimação. O verniz para as unhas, o tabaco, o novo acordo ortográfico, a TVI e a kizomba são apenas alguns exemplos, sendo que o meu maior «ódio» está directamente relacionado com tudo isto. Pois bem, chegou a hora da revelação: eu não gosto de pessoas. Não gosto mesmo, no geral. E quanto mais cresço (não se nota mas mentalmente tenho vindo a evoluir) mais tenho a certeza que isto é verdade, embora não encontre uma justificação única e totalmente explicativa.
Obviamente que não «odeio» a humanidade. É um sentimento mais complexo, uma coisa que mesmo sendo estupidamente parva para mim faz sentido. E eu até me divirto a olhar para as pessoas, a vê-las no seu dia-a-dia e a tentar perceber o que estão a pensar. O que me mete mesmo impressão é estar ali, a olhar para elas, no mesmo sítio ou próximo delas. E depois há aqueles momentos em que nestas «observações» se vê tanta coisa mal que é impossível ficar indiferente.
Bem, depois de ler esta última parte quase que me sinto tentado a julgar que tenho mesmo problemas... Mas vá, vou ignorar esta tentação e vou fazer de conta que sou normal.