sábado, 26 de março de 2011

A cabeleireira (e o jantar)

Olga acordou de manhã como todos os dias fazia, encaminhou-se para o seu salão de cabeleireira e preparou-se para um dia normal. No entanto o dia estava destinado a não ser como os outros:

um assaltante entrou pelo cabeleireiro a dentro mas Olga, praticante de artes marciais, pegou num secador e imobilizou o mal-intencionado homem. E ela podia tê-lo entregue à polícia, mas não. A cabeleireira russa tornou o assaltante seu refém, obrigou-o a tomar viagra e violou-o várias vezes durante dois dias.
Depois de ser libertado o assaltante ter-se-á dirigido ao hospital para tratar de ferimentos decorrentes das sucessivas violações, sendo que seguidamente foi à polícia apresentar queixa contra a Olga.
Perante isto, quem é que é afinal o criminoso? :s

Dica culinária (a primeira no "Dias de Estupidez"):
aqui há uns tempos fui às compras, e para além de todo o dinheiro desperdiçado em porcarias, decidi comprar alguma coisa para me conseguir alimentar decentemente durante o fim de semana. Entre outras coisas comprei o produto que podem ver aqui ao lado (massa fusilli com ovo). Ora bem, o que eu pensei foi: "bem, se é massa COM ovo isso quer dizer que não vou precisar de arranjar mais nada e me basta cozer o que 'tá dentro do pacote. Ainda bem que assim é que eu nem gosto de fazer bifes porque o óleo me salta para os olhos.". Raciocínio inteligente não foi? Pois, no entanto tenho-vos a dizer que a massa ficou seca e não foi nada agradável comê-la sem acompanhamento visto que o ovo nem sequer dei conta dele. Portanto ficam avisados, não caiam no mesmo erro que eu.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Imagem Deprimente #5

E como hoje é dia 23, nada melhor que promover e protagonizar a imagem mais deprimente do mês.


Apontamentos sobre este momento fotográfico:
- Naquele tempo eu era um mísero rapaz de 5 anos (hoje sou um mísero rapaz de 20);
- Por muito que possa ser motivo de gozo, eu gostava mesmo daquela camisola, apesar do facto de ter que usar qualquer coisa por baixo (nomeadamente camisas com padrões altamente masculinos) porque aquilo picava como o catano;
- Os sapatos eram velhos mas era dia de Magusto lá no Jardim de Infância e não havia necessidade de sujar calçado em condições;
- Para os mais curiosos, e para não dar possibilidade de criação de calúnias sobre o porquê da minha expressão facial, ou muito me engano ou a castanha 'tava demasiado quente.

terça-feira, 22 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Exploração infantil

Dado o actual estado das minhas tão adoradas sapatilhas e a necessidade/desejo de adquirir aquelas que se encontram referenciadas na “Dica da semana”, decidi escrever um pouco sobre a produção dessas ditas cujas sapatilhas (mas não sem antes vos incentivar a ajudar-me nesta nobre causa depositando os tais 70 euros no NIB que se encontra no fim deste post).
Há crianças, pobres e inocentes crianças, que correm desenfreadamente por campos de trigo, estragando as colheitas e contribuindo para a crise económica dos seus países. Essas crianças não importam. Ao invés, há outras crianças, igualmente pobres e inocentes crianças, que em vez de estragarem as agriculturas criam riqueza para os seus países. Essas crianças são uma parte essencial daquilo que todos chamam de “exploração infantil”.
“Ah oh Daniel, mas olha que a exploração infantil é feia.” É feia? Se for tão feia como são as minhas sapatilhas feitas por uma qualquer criança indonésia de 6 ou 7 anos digo-vos já que a exploração infantil é até bem bonita. E até vos digo mais, são crianças talentosas que estão por detrás de muito daquilo que vocês usam no dia-a-dia, benditas crianças. Na verdade a única coisa a apontar nisto da exploração infantil é o facto de tudo aquilo que as crianças fazem seja vendido a um preço exorbitante, como se as crianças fossem estilistas famosos ou personalidades inigualáveis mundialmente.

Algumas notas meramente inúteis (excepto a primeira):
1. Apesar deste texto revelar algumas opiniões pessoais obviamente que a verdade é que não só entendo a realidade da exploração infantil como me oponho a esta e às condições deploráveis a que as crianças são sujeitas;
2. Depois do triste desaparecimento do meu cão Matias dou-vos conta da recém "contratação" de um novo elemento a constar no meu agregado familiar: Tintim;
3. Apesar do aglomerado de críticas à organização da SA'11 e aos nomes presentes no cartaz, tenho a dizer que fiquei agradavelmente surpreendido, ou melhor, fiquei "esbabacado", com a qualidade dos portugueses Enday. Conheçam-nos aqui.
4. Para os mais cabeças-no-ar que ainda não decoraram o meu NIB aqui fica mais uma vez a combinação mágica de 21 algarismos: 0035 0354 0002 9370 7003 8.

domingo, 20 de março de 2011

A beleza de um relacionamento entre espécies

Depois de um fim-de-semana que inesperadamente passei longe do computador eis que regresso trazendo no regaço (sublinho: trazendo no regaço) uma bonita história para vos tocar nos corações.

Passados 6 anos em que Edward serviu lealmente de cão-guia a Graham Waspe, o destino (através de cataratas) resolveu tirar o precioso bem da visão a tão leal animal, deixando o coitado do Graham devastado. Mas como a cumplicidade entre os dois era forte, Graham Waspe não só não se livrou de Edward como decidiu arranjar outro cão para servir de guia aos dois!

Post Scriptum: encontra-se já disponível para audição a "Música #2" no espaço das privações.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A magia do Chatroulette

Mesmo sendo "Dias de Estupidez" este blogue tem sentimentos e por isso o post de hoje é deveras bonito (uma das coisas mais positivamente tocantes que vi nos últimos tempos). E tudo graças ao famoso Chatroullete!


Para quem não conhece o Chatroulette é isto, sendo que normalmente é associado a conteúdos menos próprios.

quinta-feira, 17 de março de 2011

O "grande" Junrey Balawing

Actual homem mais pequeno do mundo mas ainda não reconhecido pelo Guiness Book visto que ainda não completou 18 anos. Mede 52cm.


Notas do autor (desta vez as notas têm algum fundamento e até são mais ou menos sérias):
 - Nota 1. lembram-se do Khagendra Thapa Magar? Recordem-no aqui;
 - Nota 2. no espaço "Privações do mês" está já disponível uma das 3 músicas de que estou privado, sendo que para isso basta clicarem no "play" (e eu não ouvi a dita cuja música quando fui buscar o link);
 - Nota 3. está também disponível aqui na coluna ao lado o cartaz da Semana Académica '11.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Regresso a casa

Aviso: este texto possui a etiqueta "Os Momentos Mais Parvos", ou seja, é algo do meu passado de que me orgulho.

Era fim-de-semana e ainda não tinha net em casa (entenda-se por “casa” o apartamento da Covilhã), portanto peguei no portátil e lá fui eu para uma sessão de net na inevitável Telepizza com o meu estimado colega Fábio. Pouco passava das 20h (digo eu). Depois de instalado certamente comecei a adquirir ilegalmente alguma música, quiçá alguns filmes, quiçá nada (esta última hipótese é só para o caso de alguém da ASAE ‘tar a ler isto). Até aqui tudo normal. Passadas algumas horas demos por terminada a sessão e deslocámo-nos à minha residência para eu lá deixar o portátil, ou melhor, pensámos em fazer isso. Porque já perto do meu prédio dei-me conta que não tinha chave de casa e por acaso naquele fim-de-semana tinha ficado, como habitual, sozinho no apartamento. Se podia ter ligado à senhoria a pedir uma chave? Podia, mas era tarde (passava da meia-noite) e eu não gosto de incomodar as pessoas. Portanto fiquei à espera que o dia chegasse, acompanhado pelo meu estimado amigo até às 7h ou 8h da manhã. Neste período o tempo passou connosco a deambular pela cidade. Depois disso fui para a frente do meu prédio e esperei que a filha da senhoria (que vivia então no andar por baixo do meu) abrisse as persianas. Eram 10h quando isso aconteceu. Liguei-lhe e contei o que se tinha passado e lá foi ela buscar uma chave à senhora sua mãe. Esperei ansiosamente, com sono e cansado, até que lá pelas 12h30 ela chegou e eu entrei finalmente em casa. Vi então que a filha-da-mãe da chave tinha ficado em cima da tábua de engomar em vez de se ter enfiado no meu bolso! Se ela o tivesse feito nada disto teria acontecido.

terça-feira, 15 de março de 2011

Sungha Jung [com Post Scriptum]

Agora que finalmente parece ter acabado um período negro da minha vida*, regressam as postagens regulares a horas normais (pouco depois da meia noite). Hoje trago-vos o pequeno Sungha Jung com uma mão cheia de grandes prestações (mão essa que só tem 4 dedos).









* para esclarecer os mais curiosos, estes dias de intempérie (poça, sempre quis escrever esta palavra no blogue!) traduziram-se em:
- Quarta-feira: aleijei-me a jogar futebol;
- Quinta-feira: passei a tarde no hospital para vir a saber que tinha um quisto no joelho;
- Sexta-feira: morreu o meu tão amado cão Matias que ainda era novo;
- Sábado: rompi a sapatilha graças ao raio do Zé Miguel da "Casa dos Segredos";
- Domingo: fui apanhado no meio de uma tempestade de chuva torrencial.

Post Scriptum: agora que vejo confirmada a presença d'OS GOLPES na Semana Académica 2011, resta-me desejar que esses golpes não me afectem o joelho esquerdo. ;)