Tal como prometido cá está a fotografia do meu fantástico rádio (tudo o resto na foto não interessa).
Ah, e eu juro que deixei de usar t-shirts por dentro das calças há muitos anos atrás.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Crimes parentais
Depois da Luciana e do Djaló se terem lembrado de dar o nome "Lyonce Viiktórya" à sua recente filha, contribuindo assim para a criativa criação deste site, eis que se prova que nem só eles têm uma imaginação estupidamente parva o suficiente para estragar a vida a uma criança.
Foi no Egipto (e que se coza o novo acordo ortográfico) que uma família decidiu homenagear as redes sociais pelo seu papel na recente saída do presidente Mubarak do controlo do país dando à sua filha, à sua própria filha, o nome de "Facebook Jamal Ibrahim". Sim, "Facebook". A imprensa daquele país garante que é a primeira criança do mundo a receber o nome da rede social, transparecendo com esta notícia o orgulho não só para a família como para todo o Egipto.
Já agora, aproveito para postar o vídeo que um estudante universitário produziu para mostrar a dependência do mundo no Facebook:
Foi no Egipto (e que se coza o novo acordo ortográfico) que uma família decidiu homenagear as redes sociais pelo seu papel na recente saída do presidente Mubarak do controlo do país dando à sua filha, à sua própria filha, o nome de "Facebook Jamal Ibrahim". Sim, "Facebook". A imprensa daquele país garante que é a primeira criança do mundo a receber o nome da rede social, transparecendo com esta notícia o orgulho não só para a família como para todo o Egipto.
Já agora, aproveito para postar o vídeo que um estudante universitário produziu para mostrar a dependência do mundo no Facebook:
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Gel para o cabelo
O gel para o cabelo revolucionou o mundo, mais que o rádio, o automóvel ou até que a electricidade. Não acreditam? Ora acreditem que é verdade. Imaginam o que os rapazes antigamente passavam para moldar o cabelo à sua imagem e semelhança? Eu vou-vos contar. Os rapazes cuspiam nas mãos, mas não era um cuspe qualquer. Era daquele cuspe que o Jack ensina à Rose no Titanic, aquele cuspe que se vai lá buscar ao fundo e que até faz barulho. Os rapazes atiravam isso para as mãos e depois pimba na cabeça. Esfregavam, esfregavam e depois passavam a mão pelas calças e pronto. A seguir cumprimentavam um colega que não viam ao tempo. E ou muito me engano ou foi por este descuido higiénico que surgiram muitas das doenças que hoje conhecemos.
“Oh Daniel, mas olha que não era bem assim!” Não era o catano é que não era. ‘tá bem que depois descobriu-se que a banha de porco fazia o mesmo efeito, mas acham que isso era melhor? Imaginam os porcos que foram mortos desalmadamente para que os cabelos fossem moldados? Eu não imagino, mas devem ter sido bués catano!
Ah e se ‘tão a pensar no método demonstrado no filme “There's Something About Mary” (vejam aqui a cena do filme) eu só tenho uma coisa para vos dizer: umas coisas servem para uma coisa, outras coisas servem para outra coisa.
“Oh Daniel, mas olha que não era bem assim!” Não era o catano é que não era. ‘tá bem que depois descobriu-se que a banha de porco fazia o mesmo efeito, mas acham que isso era melhor? Imaginam os porcos que foram mortos desalmadamente para que os cabelos fossem moldados? Eu não imagino, mas devem ter sido bués catano!
Ah e se ‘tão a pensar no método demonstrado no filme “There's Something About Mary” (vejam aqui a cena do filme) eu só tenho uma coisa para vos dizer: umas coisas servem para uma coisa, outras coisas servem para outra coisa.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Marília versus Catarina
Este vídeo não é de hoje, nem sequer de ontem, mas uma coisa é certa: é épico!
Atenção: linguagem e cenas impróprias.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Segredo(s) quase bem guardado(s)
Os States são, definitivamente, um universo à parte.
Foi durante uma revista de rotina que a polícia notou uma saliência no ânus de Lansing, mais propriamente um bocadinho d'um preservativo. Ora bem, não iam deixar aquilo ali (podia ter sido apenas um descuido do Neil), portanto decidiram retirar o dito cujo preservativo das profundezas do presidiário, constatando assim que o preservativo 'tava cheio. E não, não 'tava cheio do que 'tão a pensar.
Dentro do anti-contraceptivo que estava "enterrado" no Neil estavam 17 comprimidos, mais um preservativo, um cigarro, 6 fósforos e uma seringa.
Perante isto fica uma pergunta: quem é que quereria fumar aquele cigarro?
sábado, 19 de fevereiro de 2011
1 Ano Depois
Há exactamente um ano atrás nascia, das profundezas mais profundas da profundidade da minha estupidez, um blogue completamente parvo. E podia ter sido coisa para um mês, quiçá até dois, mas durar um ano inteiro? Ninguém esperava uma vida tão longa a um blogue tão inútil, no entanto ele cá está, hoje com o post número 244, ou seja, houve 121 dias em que a minha estupidez não foi suficientemente imensa para postar alguma coisa.
E nestas coisas de aniversários convém sempre fazer um balanço de como as coisas ‘tão a correr. Ora bem, com 161 comentários em 244 postagens (sendo que desses 161 uns 20 devem ser meus) e com um conjunto de habituais visitantes que tem vindo a aumentar nos últimos tempos, o “Dias de Estupidez” continua a não me garantir sequer um mísero cêntimo, mesmo estando eu farto de divulgar o meu tão amado NIB (0035 0354 0002 9370 7003 8). Gostava que esta realidade se alterasse, ai se gostava, mas a minha fé começa a esbater-se, no entanto está nas tuas mãos, sim, nas TUAS mãos, mostrar-me que ainda é possível fazer algum dinheiro com isto!
Mudando agora de assunto: no mesmo dia em que o “Dias de Estupidez” comemora o seu primeiro ano de existência ocorre, algures pela blogosfera, um nascimento. Lembras-te do “Noites de Utopia”? Face ao encerramento desse espaço sou obrigado a criar um novo blogue para publicar os meus sentimentalismos (ah pois, que eu não sou SÓ um rapaz parvo). No entanto, e após ter visto o “Noites de Utopia” friamente insultado mais que uma vez (duas para ser preciso), decidi que este novo blogue vai ser anónimo. Não é indetectável, mas quase.
Concluindo: um obrigado pela tua visita e por manteres o “Dias de Estupidez” vivo, e não te esqueças, o meu NIB está à tua disposição. =) Ah, e já agora dá uma olhadela no primeiro post, aqui.
E nestas coisas de aniversários convém sempre fazer um balanço de como as coisas ‘tão a correr. Ora bem, com 161 comentários em 244 postagens (sendo que desses 161 uns 20 devem ser meus) e com um conjunto de habituais visitantes que tem vindo a aumentar nos últimos tempos, o “Dias de Estupidez” continua a não me garantir sequer um mísero cêntimo, mesmo estando eu farto de divulgar o meu tão amado NIB (0035 0354 0002 9370 7003 8). Gostava que esta realidade se alterasse, ai se gostava, mas a minha fé começa a esbater-se, no entanto está nas tuas mãos, sim, nas TUAS mãos, mostrar-me que ainda é possível fazer algum dinheiro com isto!
Mudando agora de assunto: no mesmo dia em que o “Dias de Estupidez” comemora o seu primeiro ano de existência ocorre, algures pela blogosfera, um nascimento. Lembras-te do “Noites de Utopia”? Face ao encerramento desse espaço sou obrigado a criar um novo blogue para publicar os meus sentimentalismos (ah pois, que eu não sou SÓ um rapaz parvo). No entanto, e após ter visto o “Noites de Utopia” friamente insultado mais que uma vez (duas para ser preciso), decidi que este novo blogue vai ser anónimo. Não é indetectável, mas quase.
Concluindo: um obrigado pela tua visita e por manteres o “Dias de Estupidez” vivo, e não te esqueças, o meu NIB está à tua disposição. =) Ah, e já agora dá uma olhadela no primeiro post, aqui.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Cassetes
Antes de inventarem aquelas coisas redondas com um buraco no meio (donuts) alguém inventou os cd’s, e é sobre isso que vou escrever hoje. Eu sou do tempo em que as cassetes é que rulavam. Lembro-me tão bem de ter recebido o meu primeiro walkman da Aiwa e ter ficado tão estupidamente feliz (tão feliz que até tirei uma foto que aqui será revelada dia 23). Aquilo tinha 6 botões para sintonizar rádios e tudo! Depois acabei por lhe perder a tampa das pilhas (acho que todos os aparelhos, principalmente os comandos da tv, são feitos para que uma pessoa perca a tampa das pilhas). Mas voltando ao assunto, naquele tempo as cassetes eram um bem precioso. Uma pessoa ia a um café em que houvesse uma daquelas estruturas com cassetes e passava lá uns bons minutos a escolher uma para depois gastar mais uns bons minutos a convencer um dos progenitores a desembolsar o dinheiro. Obviamente que a escolha nessas estruturas era limitada a Emanuel, Tony Carreira, D’arrasar, Excesso, Quim Barreiros, Toy e Iran Costa, mas mesmo assim não era fácil chegar a uma decisão. E apesar de ter sido muito feliz com os Excesso ou com os D’arrasar, o meu auge de felicidade resultante de uma cassete foi mesmo com o Iran Costa. Não me orgulho, mas a primeira música “a sério” que decorei completa (o “põe tua mão na mão do meu senhor que acalma o mar” não conta como música “a sério”) foi mesmo aquela do “é o bicho, é o bicho…”
Ai, bons tempos aqueles das cassetes. Agora já nem os Excesso existem e eu lá fiquei com uma t-shirt inutilizada para o resto da vida (sim, eu tinha uma t-shirt deles… fui obrigado a escolher entre eles e as Tentações e elas não me agradavam muito musicalmente).
Post Scriptum: amanhã à meia noite o post é dedicado ao "Dias de Estupidez" (verão porquê) e haverá também uma inauguração que todos vocês vão perder. Conto com a vossa visita!
Ai, bons tempos aqueles das cassetes. Agora já nem os Excesso existem e eu lá fiquei com uma t-shirt inutilizada para o resto da vida (sim, eu tinha uma t-shirt deles… fui obrigado a escolher entre eles e as Tentações e elas não me agradavam muito musicalmente).
Post Scriptum: amanhã à meia noite o post é dedicado ao "Dias de Estupidez" (verão porquê) e haverá também uma inauguração que todos vocês vão perder. Conto com a vossa visita!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Blogues e redes sociais
Conheço gente que conhece gente que um dia conheceu gente que conhecia gente que não conhecia gente (esta frase não faz qualquer sentido mas achei bonito para começar o post).
Há pessoas neste mundo que são contra os blogues e as redes sociais, no entanto a grande maioria das pessoas não só gosta como venera estas “ferramentas”. Hoje vou defender as pessoas que são contra (ou seja, basicamente vou defender o enormíssimo Miguel Sousa Tavares que um dia disse, e passo a citar: “Os blogues são uma série de gente que se acha importantíssima, que tem uma espécie de capelinhas, quase religiões, com os seus fiéis atrás.” e ainda: “Em relação ao Facebook, eu vejo-o como a maior ameaça próxima para a história da humanidade.”).
Maior parte dos blogues são óptimos para explorar a vida dos seus autores, para saber pormenores do seu dia-a-dia e para perceber os seus hábitos e gostos. Basicamente, são óptimos para planear um rapto seguido de assassinato. Para além disso, são óptimos para quem quiser agradar ao autor, visto que basta ler a opinião do autor e partilhá-la com ele fazendo de conta que nunca a leu.
As redes sociais são ainda melhores para planear raptos, no entanto numa vertente mais física, nomeadamente rapto seguido de estupro ou violação (estas duas palavras são sinónimas). São também óptimos meios para combinar cafés e ver fotografias de pessoas que não fazem ideia de que as suas imagens estão a ser partilhadas com o mundo.
Nota: apenas uma pequena referência ao facto de ter terminado o dia que eu considero um dos mais deprimentes do ano para grande parte da população (14 de Fevereiro).
Há pessoas neste mundo que são contra os blogues e as redes sociais, no entanto a grande maioria das pessoas não só gosta como venera estas “ferramentas”. Hoje vou defender as pessoas que são contra (ou seja, basicamente vou defender o enormíssimo Miguel Sousa Tavares que um dia disse, e passo a citar: “Os blogues são uma série de gente que se acha importantíssima, que tem uma espécie de capelinhas, quase religiões, com os seus fiéis atrás.” e ainda: “Em relação ao Facebook, eu vejo-o como a maior ameaça próxima para a história da humanidade.”).
Maior parte dos blogues são óptimos para explorar a vida dos seus autores, para saber pormenores do seu dia-a-dia e para perceber os seus hábitos e gostos. Basicamente, são óptimos para planear um rapto seguido de assassinato. Para além disso, são óptimos para quem quiser agradar ao autor, visto que basta ler a opinião do autor e partilhá-la com ele fazendo de conta que nunca a leu.
As redes sociais são ainda melhores para planear raptos, no entanto numa vertente mais física, nomeadamente rapto seguido de estupro ou violação (estas duas palavras são sinónimas). São também óptimos meios para combinar cafés e ver fotografias de pessoas que não fazem ideia de que as suas imagens estão a ser partilhadas com o mundo.
Nota: apenas uma pequena referência ao facto de ter terminado o dia que eu considero um dos mais deprimentes do ano para grande parte da população (14 de Fevereiro).
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