segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O maior resgate de todos os tempos

Mais uma vez os States provam-me a sua enorme dimensão.


Foi em Kingsport (Tennessee, EUA) que Joshua Seal, de 38 anos, e Bradley Marshall, de 36, sequestraram o genro de Joshua, Allen Begley, por este ter roubado 245 dólares da empresa em que todos três trabalhavam.
Depois de o terem levado para uma cave, obrigaram Allen a fazer uma chamada para arranjar o dinheiro, no entanto a sua mulher não tinha os tais 245 dólares, mas tinha uma Xbox 360. Ora bem, a mulher do Allen deve ter pensado: "bem, eu nem jogo muito nisto, será que eles aceitam a consola em vez do dinheiro? Não custa tentar.". E a verdade é que resultou!
Joshua e o seu amigo acabaram por ser apanhados pela polícia quando iam "trocar" o Allen pela Xbox, mas conseguiram ficar para a história.

Nota do autor [1]: não sei se repararam mas o Allen ligou à mulher a pedir o dinheiro, no entanto sendo Allen genro de Joshua isto quer dizer que Allen ligou à filha do Joshua a pedir 245 dólares. Ah, e se pensam que eu sabia o que era um "genro" bem que se enganam. 'tive que ir fazer pesquisa.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Empregos de Verão

Ouvi dizer que lá pela terra do tio não-sei-eu-das-quantas os universitários no Verão trabalham para depois ajudar a pagar as suas despesas na universidade. Ora, como eu sou um rapaz aberto à evolução e como o povo norte-americano é para mim uma espécie de exemplo a seguir (tanto a este nível como quanto a invadir países para procurar bombas que não estão lá) eu decidi, no auge de todas as minhas capacidades intelectuais, arranjar emprego.
E é claro que eu, bom rapaz por licenciar e que não sabe fazer nada realmente bem, não tive qualquer tipo de dificuldade a arranjar emprego, tanto que até me dei ao luxo de rejeitar um contrato de 2 meses com o Sr. Dr. Belmiro de Azevedo (proprietário da SONAE, que por sua vez possui o Continente, que por sua vez me queria lá). Assim sendo, na primeira quinzena de Agosto fui prestar serviço para a Biblioteca Municipal aqui da quinta, pouco ou nada fazendo (passando a maior parte do tempo sentado a ler um livro). E assim se passaram duas semanas intercaladas por um enriquecedor voluntariado no apoio à organização das grandiosas festas de Gouveia. A partir do dia 16 novo emprego, desta feita ao serviço da URZE (um espécie de corporação ambientalista) em que fui pago (e nada mal pago, diga-se) para me sentar num calhau a ver as vistas esperando ansiosamente que alguém deitasse o fogo a uma das poucas matas que ainda não tinha ardido por aqueles lados. Assim sim, vale a pena trabalhar!

Nota do autor: este texto devia ter sido publicado em Setembro.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

E não é que o Sol tem dona?

Angeles Durán, espanhola, acordou numa qualquer manhã e decidiu, no auge das suas capacidades, ir ao registo civil. O que é que Angeles lá foi fazer? Não, não se foi casar nem saber a largura da sua casa. Angeles foi registar o Sol como seu.

"Sou proprietária do Sol, estrela de tipo espectral G2, que se encontra no centro do Sistema Solar, situada a uma distância média da Terra de aproximadamente 149.600.000 km."


E por muito parvo que possa ser, Angeles conseguiu o seu objectivo. Depois de analisadas as leis concluiu-se que não existia nenhum impedimento, visto que não há conhecimento, em cinco milhões de anos, de nenhum proprietário daquela estrela, ou seja, se não é de ninguém, porque não pode ser da Angeles?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Mike do Tcha-nana

Hoje recordo uma das grandes personagens que passou por este blogue: Mike de Mosqueiro.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Serenatas

Um dos meus grandes objectivos de vida, para além de tentar fazer rir meio mundo (a outra metade não interessa), é ser diferente das pessoas normais, ou seja, não é bem ser anormal… mas quase (também gostava imenso de conseguir mover objectos com o pensamento e de conseguir engolir lâmpadas económicas).
Antigamente, há muito muito tempo atrás, quando ainda não existiam telemóveis, computadores e restaurantes, o romantismo era uma coisa extremamente mais gira. Primeiro, porque não se gastava dinheiro em chamadas, mensagens e jantares; segundo, porque se podia morrer a qualquer momento se o apaixonado não agradasse ao pai da adorável senhora; e terceiro, porque naquele tempo dar uma simples flor significava mais do que fazer passar um avião com uma faixa a pedir em casamento (é que sinceramente, pelo menos pergunta-se face-to-face).
Indo agora para o assunto principal deste texto, se antigamente montar num cavalo, pegar em 4 ou 5 amigos e ir a uma varanda cantar desafinado e aos berros a altas horas da noite era romântico, porque é que eu acho que se fizesse isso nos dias de hoje levava com um bom balde de água com sonasol (que arde nos olhos), era preso e ainda era molestado na cadeia? É que antigamente é que era!

Post Scriptum: eu não queria conseguir engolir lâmpadas económicas, principalmente porque pelo preço de uma lâmpada dessas consigo comer uma boa lasanha do Lidl.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Emílio, o terror do Paraná

Foi em Cerro Azul, Paraná (Brasil) que o Emílio, criatura com 32 anos, foi preso depois de ter matado a sua própria mãe à facada. Justificação: ela andava a usar os cartões de crédito dele sem lhe pedir autorização.
Viciado em crack e cocaína e com histórico de problemas mentais, Emílio deu esta fantástica entrevista:


Atenção: este vídeo contém linguagem inapropriada.

Este vídeo já tem uns meses mas 'tava a tentar evitar a publicação de asneiras no "Dias de Estupidez" para manter o nível. Como me dei conta que o nível por aqui é mesmo baixo, decidi postá-lo e pronto.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

I Gotta Feeling

No dia em que o "Dias de Estupidez" se aventura pela primeira vez naquela coisa da interactividade, "I gotta feeling" de que este blogue não é normal.


Post Scriptum: escrevi algures que o post de hoje seria sobre o Facebook mas fica para os próximos dias.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Fragâncias do além (literalmente)

Cientistas japoneses criaram um perfume no minímo diferente. Inspirados por um estudo que comprovou que as pessoas produziam mais quando sentiam o cheiro de dinheiro no ar, estas fabulosas almas criaram um perfume com cheiro a... dinheiro!
E enquanto os japoneses se entretinham com esta fantástica invenção, Lady Gaga teve uma brilhante ideia que também envolve perfumes: segundo a indústria das fragâncias, Gaga terá pedido que o seu primeiro perfume cheirasse a... bem, primeiro vou-vos dizer ao quê que não vai cheirar: não vai cheirar a rosas nem orquídeas, nem fritos ou grelhados... o cheiro será uma mistura de sangue com esperma, ou seja, será um agradável odor que certamente está destinado ao sucesso!

Escrito Depois: este post pode não valer um charuto mas é o grande responsável por FINALMENTE ter sido criada a etiqueta Dinheiro no "Dias de Estupidez".

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Privação do mês - Fevereiro

Para este mês, visto que são só 28 dias, decidi aumentar o nível de dificuldade da privação (digo isto depois de ter passado o mês de Janeiro todo sem beber cerveja). Meus senhores e minhas senhoras, alienígenas e criaturas desconhecidas, a privação para o mês de Fevereiro vai ser: Family Guy. E sim, vai ser extremamente difícil.

E como este post ficava demasiado pequeno se o conteúdo fosse só o parágrafo anterior, aproveito esta oportunidade para vos fazer uma declaração: encontrei, depois de muito procurar, a palavra mais espectacular do mundo! É verdade, passados mais de 20 anos em que julguei que a palavra “pudim” era perfeita, eis que o mundo me surpreende. A palavra que vos vou dar a conhecer hoje é usada pelos fueguinos (habitantes da Terra do Fogo, no sul da Argentina e Chile) e é: mamihlapinatapai. Esta palavra, considerada a mais difícil de definir do mundo, significa “olhar para o outro na esperança de que ele se ofereça para fazer algo que os dois desejam, mas que nenhum dos dois é capaz de fazer”.

Post Scriptum: apesar da "Dica da Semana" ter a ver com drogas, eu resolvi dar uma última oportunidade aos "filmes românticos" para me deprimir, portanto, num acto completamente desesperado e altamente perigoso, vou rever o filme "The Notebook" (baseado no livro de Nicholas Sparks "O Diário da Nossa Paixão"). Ora bem, se não voltar amanhã é porque estou mergulhado em lágrimas (ou por outro qualquer motivo). Ficam avisados.