terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fofinho, fofinho, fofinho


Escusado será dizer que se a pergunta fosse: «Do you love "Dias de Estupidez"?» a resposta seria um claríssimo YES.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Mais um casamento

Foi na Austrália, mais propriamente em Toowoomba, que um indivíduo chamado Joseph Guiso decidiu dar o nó. Mas o Guiso não era um homem qualquer, portanto também não podia ter dado um nó normal.
Perante 30 convidados, Joseph uniu-se com a sua cadela. O seu amor pela exemplar labrador ficou claro nas suas palavras: "És a minha melhor amiga e tornas todas as partes do meu dia melhores."
O rapaz referiu ainda que este relacionamento se trata de "puro amor", sem qualquer cariz sexual, no entanto parece que a lua-de-mel ficou marcada para um qualquer jardim.

Eu só tenho uma pergunta: será que casaram com comunhão de bens?

domingo, 9 de janeiro de 2011

Rádio

Houve um tempo em que as rádios é que bombavam. Nesse tempo quem falasse num leitor de cd’s, num mp3, num mp4 ou num iPhone era imediatamente rotulado de “maluco” e provavelmente era atirado para a fogueira à primeira oportunidade. Hoje as rádios cá continuam, cada vez mais “internetautizadas”… já não são o que eram.
Antigamente um homem chegava a casa do trabalho e a primeira coisa que fazia era ligar o aparelhómetro da rádio para ouvir as notícias e a playlist do Marco Paulo. Ok, custava um bocadinho quando passava aquela música do “maravilhoso coração, maravilhoso” (hoje ainda custa mais porque uma pessoa identifica logo a canção com o Danacol para o colesterol) mas era um sacrifício suportado com gosto pelos homens de família. Hoje nada é assim. Primeiro, dificilmente um homem chega a casa do trabalho, dada a taxa de desemprego; segundo, se por acaso o homem tiver a sorte de ter um emprego (ou o azar de não receber um bom rendimento social de inserção) quando chegar a casa ele tira as botas, tira as meias, e enquanto mete os dedos das mãos entre os dedos dos pés para tirar aquele cotão que as meias criaram, liga a televisão e ainda vê um bocadinho da Leonor Poeiras a incentivar pessoas vestidas de lutadoras de sumo a correr desesperadamente para agarrar uma bola…
Ai…se antigamente não era tão mais giro.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Mergulho do Ano (2010)


Tal era a "seca" que 'tava a apanhar na prisão, que decidiu dar um mergulho. Totalmente racional e compreensível, claro está. Eu só não faria o mesmo porque não sei nadar, caso contrário não pensaria duas vezes.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Marketing para adultos

O marketing é uma coisa tão extremamente fantástica! Não acreditam? Então vejam este exemplo:

O canal japonês "Paradise" (com este nome, quais serão os conteúdos do canal? huuuum, quais serão? Será que...? Sim, é um canal para adultos) realizou um evento no mínimo... diferente. Basicamente, pela módica quantia de 1000 ienes (+/- 10 euros) era possível tocar nos seios das actrizes, dignas e respeitosas, que regularmente actuam no canal.
Não caiam no erro de pensar que tudo isto tinha em vista o lucro ou a simples venda de uma oportunidade única para todos os habituais "consumidores" da programação do "Paradise". Todos os fundos tinham uma missão: angariar dinheiro para um programa de prevenção contra o virús da SIDA.

Porque é que a Hot TV não tem uma iniciativa destas?

Post Scriptum: eu não conheço esta indústria e até tive que ir pesquisar qual o nome do canal português destas coisas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Folhas de papel

Nestas recentes férias, enquanto evitava entrar em depressão por não ter computador, lembrei-me de pegar num cadernito A5 (daqueles de capa preta baratos que há em todo o lado) e numa caneta (metade verde, metade vermelha, e que escrevia azul, oferta do Instituto Nacional de Formação Turística – não sei de onde raio apareceu esta caneta) e comecei a escrever. Qual a admiração? É que normalmente quando quero escrever abro a tampa do portátil, ligo-o e escrevo.
Isto fez-me pensar que antigamente é que era. É que escrever no papel é do catano! Primeiro, porque não há “dicionário” e os erros não aparecem assinalados a vermelho (ou se sabe escrever ou a Microsoft não ajuda); segundo, porque pôr acentos no papel é muito mais fácil que no teclado. E vejam lá que eu até ponderei começar a postar scans dos posts escritos em papel, mas como para isso seria melhor comprar um caderno A4 (daqueles de capa preta baratos que há em todo o lado) para a resolução ser melhor, acabei por desistir.

NOTA DE AUTOR [1]: tenho dado conta que o "Dias de Estupidez" tem tido alguns problemas de compatibilidade, nomeadamente no internet explorer, mas desconheço os motivos para isso, visto que uso o Chrome. E por falar em Chrome, também tenho tido problemas com este browser por ter a versão dev e isto me atrofiar as postagens.
NOTA DE AUTOR [2]: o parágrafo anterior até parece escrito por uma pessoa mentalmente atinada... mas não.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O empreendedorismo e a inovação... das funerárias!

O mundo é um lugar difícil para se viver. Digo isto porque cada vez mais se vêem pessoas desesperadas, principalmente em fazer dinheiro. E quando essas pessoas resistem aos facéis meios que são hoje oferecidos nos mercados das drogas e da prostituição, elas têm ideias simplesmente brilhantes.

Foi no Brasil, mais propriamente em Minas Gerais, que os senhores responsáveis pela Funerária Gonzaga decidiram, no auge das suas (in)capacidades, revolucionar o mercado: desde há não muito tempo, esta funerária-exemplo começou a transmitir em directo (e exclusivo) os seus serviços fúnebres para todo o mundo. Bem, não é bem para todo o mundo, visto que o servidor de internet da funerária só aguenta 50 espectadores em simultâneo... mas pronto, são 50 espectadores espalhados por todo o globo.
Para além disto, no site é também possível enviar arranjos de flores para os desgraçados familiares e combinar os detalhes do enterro, utilizando para isto o chat lá disponível (qual facebook qual quê).

Post Scriptum: chamo a atenção para os seguintes factos: - uma das etiquetas deste post é "morte"; - a palavra "fáceis" está mal acentuada (sexta palavra a contar do fim da segunda linha do post); - na coluna à vossa direita podem verificar que a privação deste mês é cerveja.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano Novo

2011. E enquanto muitos festejam (ou recuperam dos festejos) o preço do pão, dos combustíveis, da electricidade, do Moche, das portagens, dos transportes, sobem… resumidamente, sobem os preços todos. E com isto, porque haveriam as pessoas de não festejar? Como podem ver estou extremamente pessimista para este ano. Primeiro, porque tive uma espécie de premonição que não será nada agradável (caso venha a acontecer saberão); segundo, porque não ‘tou a ver este ano ser melhor que o anterior; e terceiro, porque um final de ano passado com a Secret Story não me dá grande confiança. O que me serve de consolo é que a passo e passo nos aproximamos do dia 21 de Dezembro de 2012 (caso contrário estaria já em depressão).

P.S. – Que post extremamente indicado para começar com o pé direito a estupidez neste blogue.