Como vos disse no outro dia eu decidi, no auge de todas as minhas incapacidades, que vou estar aproximadamente um mês sem ir ao Messenger (mais propriamente até dia 24 do próximo mês). Ora, isto deu-me uma ideia criativa (e parva) para os Dias de Estupidez: a partir de agora em todos os meses haverá uma coisa em que eu não poderei tocar, ou seja, uma privação. Essa privação será identificada na coluna à direita e em cada semana eu farei um pequeno comentário sobre o meu estado (mau estado). Para já é o Messenger, para Outubro logo se verá ;) Acompanhem.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Juízo? Nããããã...
Apraz-me dizer, depois de ter conhecido este caso e o da Narasamma, que os indianos não regulam lá muito bem da cabeça.
Mudando de assunto mas continuando na categoria de falta de juízo, eu, Daniel Paiva, estimulado por estas demonstrações de capacidades fantasticamente parvas, decidi que com o fim de provar a mim próprio a minha força ("provar a mim próprio a minha força") vou ficar aproximadamente um mês sem usufruir do Messenger. Depois deste mês vou ser um homem completamente mudado (visto que provavelmente os meus pulsos vão sofrer alguns cortes graças ao stress de não mudar a mensagem que aparece em frente ao nome). Mas pronto, eu serei forte.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Heineken
E como estamos em tempos de cerveja, a distinção para melhor publicidade da semana vai para:
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O primeiro ataque zombi
Era eu ainda um jovem talvez com os meus 15 ou 16 anos quando, numa noite qualquer que em nada importa para a história, decidi fazer jus ao meu estado mental: maluco. Tudo indica que me levantei, algures a meio da noite, abri a porta de casa e comecei aos murros na porta da garagem gritando: “Mãe! Mãe!” (segundo o que a minha progenitora me contou). Quando confrontado sobre esta estranha atitude eu terei dito que no dia seguinte contaria o que se tinha passado. No entanto no dia seguinte eu acordei (estraaaaanhooooo!) e tinha uma vaga memória de estar sentado nas escadas da minha casa durante a noite. Okay, devo ter tido um sonho daqueles parvos do costume, pensei eu. Qual não é a minha admiração quando a minha progenitora me perguntou o que se tinha passado, sem eu saber de nada sobre murros e gritos.
Concluindo, a partir desta noite a chave de casa passou a não ficar na porta para evitar que eu me decidisse a levantar a meio da noite e pumba, me fosse atirar da ponte. No entanto hoje já lá está a chave como antigamente, e ainda não há muito tempo o meu progenitor jura que ouviu, lá pelas 6 horas da manhã, a porta a abrir e a fechar, sendo que apenas eu e ele estávamos em casa. Será que eu…?
Concluindo, a partir desta noite a chave de casa passou a não ficar na porta para evitar que eu me decidisse a levantar a meio da noite e pumba, me fosse atirar da ponte. No entanto hoje já lá está a chave como antigamente, e ainda não há muito tempo o meu progenitor jura que ouviu, lá pelas 6 horas da manhã, a porta a abrir e a fechar, sendo que apenas eu e ele estávamos em casa. Será que eu…?
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Água? Nããããã...
Se há pessoas que merecem o meu respeito (para além da Angelina Jolie, Jessica Alba, Liliana Santos e José Sócrates) uma delas é, sem qualquer dúvida, a senhora indiana Narasamma, de 92 anos. E o porquê desta minha devoção? Simples. Narasamma não bebe água desde os seus 14 anos, ou seja, está há 78 anos sem beber uma pinga de água! A razão para isto é a seguinte: algures pelas suas 14 primaveras a senhora sofria por ter a garganta seca, como tal toca a "mamar" 10 litros de água por dia. E como tudo o que é em excesso faz mal, a senhora acabou por inchar com tanta água e teve que fazer um tratamento para recuperar. Desde esse dia que ela prometeu a si mesma que nunca mais ia beber água.
E não fosse Narasamma maluca suficiente, ainda se realça os factos de que:
- ela como só arroz, frutas secas e nozes;
- passa 5 horas por dia a rezar;
- de vez em quando dá-lhe na cabeça para jejuar durante 10 dias seguidos.
Perante isto só tenho uma coisa a dizer: "Sra. Narasamma, ganhe juízo!".
- ela como só arroz, frutas secas e nozes;
- passa 5 horas por dia a rezar;
- de vez em quando dá-lhe na cabeça para jejuar durante 10 dias seguidos.
Perante isto só tenho uma coisa a dizer: "Sra. Narasamma, ganhe juízo!".
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Obrigado Mãe
Fica aqui um grande obrigado à minha progenitora por me ter ensinado a olhar para os dois lados antes de passar uma estrada.
domingo, 17 de outubro de 2010
Nota de Autor
Esta semana existe a possibilidade da estupidez deste blogue se tornar, para além de parva, algo atrasada e a puxar para a insanidade. A razão para tal acontecimento prende-se com aquilo que está visível à esquerda deste texto (clique na imagem para ampliar). De qualquer maneira, o autor do "Dias de Estupidez" (aqui a falar em terceira pessoa para parecer alguém digno de respeito) fará tudo o que a cerveja lhe permitir lhe for possível para manter o mínimo de anormalidade por estes lados. Caso não consiga, agradeço a compreensão de todos vós.
Escusado será dizer que quem quiser congratular este dedicado blogger pelo seu trabalho à frente desta parvalheira de blogue poderá fazê-lo. Para além do nib que vocês tão bem conhecem: 0035 0354 0002 9370 7003 8, poderão aindapagar uma imperial dar-me o dinheiro pessoalmente neste evento, de forma a ajudar à minha bebedeira o "Dias de Estupidez".
Escusado será dizer que quem quiser congratular este dedicado blogger pelo seu trabalho à frente desta parvalheira de blogue poderá fazê-lo. Para além do nib que vocês tão bem conhecem: 0035 0354 0002 9370 7003 8, poderão ainda
sábado, 16 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Poucas-vergonhas
No outro dia estava eu no Intermarché a escolher umas boas laranjas para me alimentar quando, ao explorar as laranjas mais escondidas da caixa, espetei o dedo numa laranja podre. Obviamente que eu, sendo um rapazinho do marketing, não fiquei nada contente com o descuido do estabelecimento e me pus logo a profanar, em alta voz, aquela espelunca. E foi a menos de 2 metros de um funcionário que eu me dirigi à minha progenitora dizendo-lhe que o Intermarché não valia a ponta de um corno! A resposta da minha criadora foi: “Ainda algum dia te aqui dão uma carga de porrada por andares a dizer isso alto.” Ora essa, já não há liberdade? É que ainda para mais não foi a primeira vez que alguém me disse aquilo. É que eu gosto mesmo de ser descarado e o meu dia-a-dia é apontar para uma pessoa que está a 20cm de mim e dizer em voz alta: “É desta que ‘tás a falar?”. Mas será que há algum mal nisto? Até hoje nunca ninguém me quis bater, provavelmente porque as pessoas pensam que sou maluco e não se metem comigo, portanto não tenho nada a temer e vou ter que continuar a procurar alguém que se decida a perguntar-me se quero levar nas trombas, para eu responder calmamente enquanto fujo desalmado: “Eu? Não, obrigado.”.
P.S. - Este é o 3º post consecutivo que me foge para as poucas-vergonhas.
P.S. - Este é o 3º post consecutivo que me foge para as poucas-vergonhas.
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