quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Poucas-vergonhas

No outro dia estava eu no Intermarché a escolher umas boas laranjas para me alimentar quando, ao explorar as laranjas mais escondidas da caixa, espetei o dedo numa laranja podre. Obviamente que eu, sendo um rapazinho do marketing, não fiquei nada contente com o descuido do estabelecimento e me pus logo a profanar, em alta voz, aquela espelunca. E foi a menos de 2 metros de um funcionário que eu me dirigi à minha progenitora dizendo-lhe que o Intermarché não valia a ponta de um corno! A resposta da minha criadora foi: “Ainda algum dia te aqui dão uma carga de porrada por andares a dizer isso alto.” Ora essa, já não há liberdade? É que ainda para mais não foi a primeira vez que alguém me disse aquilo. É que eu gosto mesmo de ser descarado e o meu dia-a-dia é apontar para uma pessoa que está a 20cm de mim e dizer em voz alta: “É desta que ‘tás a falar?”. Mas será que há algum mal nisto? Até hoje nunca ninguém me quis bater, provavelmente porque as pessoas pensam que sou maluco e não se metem comigo, portanto não tenho nada a temer e vou ter que continuar a procurar alguém que se decida a perguntar-me se quero levar nas trombas, para eu responder calmamente enquanto fujo desalmado: “Eu? Não, obrigado.”.
P.S. - Este é o 3º post consecutivo que me foge para as poucas-vergonhas.

The AXE Effect

No seguimento da última postagem que prezou (bonita palavra esta) pela pouca vergonha (nomeadamente graças a uma criatura asiática) eis que hoje vos ofereço mais um vídeo digno deste rótulo.
E a melhor publicidade da semana é:



Nota: durante muito tempo usei desodorizantes desta marca com toda a crença que este anúncio transparecia a realidade. Infelizmente nunca testemunhei os efeitos que o vídeo revela. De qualquer maneira, e não vá o diabo tecê-las, vou continuando a usar.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Air Sex

Atenção: conteúdo do vídeo pode ferir susceptibilidades (mas é engraçado).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"Onde está o Wally?"

Depois do Bin Laden, do Saddam e do Vale e Azevedo, eis que surge no mundo um ladrão que não vai ser nada fácil de encontrar: Wally.
Foi em Tualatin, Oregon (States), que Wally assaltou um banco e entrou para a lista de homens procurados pelo FBI. Pela minha experiência pessoal posso dizer que é melhor procurar primeiro nos cantos e depois no meio, sendo que é preciso estar atento para não deixar passar a camisola às riscas e o gorro.
Quanto à razão pela qual o assaltante ganhou a alcunha de Wally, confiram:

domingo, 10 de outubro de 2010

Aplausos? Sinceramente...

No outro dia estava eu muito bem a ver o telejornal quando, chegada a parte dedicada à política, me deparei com estes dois fenómenos:

1º O senhor Paulo Portas (de quem um dia eu irei escrever aqui) estava algures por este imenso Portugal em mais uma campanha de difamação do actual governo e disse, logo para abrir o discurso, as seguintes palavras: “Sócrates enganou todos os portugueses…”. Ora bem, em resposta a esta afirmação o senhor Paulo Portas foi congratulado com uma imensa ovação. E o que raio é que ele disse para merecer aplausos? Até parece que deu uma óptima notícia aos assistentes, algo que todos estão felicíssimos de saber;

2º Logo depois do senhor Paulo Portas eis que surgiu o senhor Jerónimo de Sousa que, em outro algures deste imenso Portugal, protagonizava outra campanha de difamação ao actual governo. “A Coca-Cola, no seu gabinete de publicidade, tinha um dilema: ou apostava em anúncios com qualidade ou apostava em anúncios em quantidade. Optaram pela quantidade. Exactamente o que este governo está a fazer: propaganda, propaganda e mais propaganda”. Bem, mas em que planeta vive o senhor Jerónimo? Propaganda, propaganda e mais propaganda faz o PCP com a festa do Avante. E a Coca-Cola, que só por acaso é uma das maiores e mais valiosas marcas mundiais, que só por acaso é uma das empresas com melhor departamento de marketing e publicidade, não tem nada a ver com isto. Ah, mas claro que o senhor Jerónimo foi imensamente aplaudido logo que proferiu este excelente discurso. Tinha de ser.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

E tu, o que fazes nos tempos livres?

Quando for grande, mas mesmo grande, quero ter uma família. E não, não estou a falar de 2 gatos, 1 esquilo e 3 cavalos (embora pudesse ser feliz com eles)...estou a falar de uma família a sério. Mas isso não importa a ninguém. O que interessa é que, estávamos nós em 1928, quando nasceu em Gaza um senhor de nome Abu Talal.
Hoje, passados 82 anos desse dia, Talal tem 4 mulheres (o máximo permitido pelo Corão), mas conta já com uma vasta experiência no ramo das relações, tendo vivido com 11 mulheres diferentes ao longo dos anos. Essas mulheres, vendo o bom homem que Abu era, deram-lhe 30 filhos, sim 30 filhos, que por sua vez lhe deram 430 netos!
No entanto Gaza é um sítio difícil para se viver (tem uma taxa de desemprego de 40% e a grande maioria da população vive na pobreza, segundo dados da ONU), pelo que perguntaram ao Abu Talal se não tinha receio de trazer tantas crianças ao mundo sabendo as condições de vida que elas iam encontrar. A resposta do Abu foi qualquer coisa como: "Preocupo lá agora. Se me morrerem 200 netos, ainda fico com outros 200!".
Ah, e o Abu ainda se sente em forma para ter mais uns 10 ou 15 filhos, diz ele.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Há abusos e abusos

Há gajos que abusam. Prova disso é o senhor John Ridley que com os seus 32 anos foi preso depois da polícia lhe ter invadido o lar e lá ter encontrado mais de 79 mil imagens de pedofilia e zoofilia. Para quem não sabe, zoofilia é quando se abusa dos animaizinhos, coisa que terá acontecido com um gorila, sexualmente abusado por um homem e cujas fotos faziam parte das tais 79 mil (!).
Também no meio destas 79 mil fotos (!) estavam imagens de um homem (possivelmente o próprio Ridley) a fazer sexo oral a um cão e a um gorila. Relativamente a isto eu prefiro nem fazer comentários por estes poderem a vir mal recebidos por possíveis leitores deste post...no entanto não resisto a afirmar que por muito mal que tenham feito ao gorila, ele acabou satisfeito.